31 março 2009

Biblioteca Pública e Arquivo Regional de Angra do Heroísmo


A Biblioteca Pública e Arquivo Regional de Angra do Heroísmo possui cinco raros e belos incunábulos e várias dezenas de valiosos livros antigos e obras raras, ente estas das primeiras publicadas nos Açores. Além disso, a Biblioteca Pública e Arquivo Regional de Angra do Heroísmo beneficia do depósito legal, recebendo, por isso e por determinação legal, um exemplar de cada publicação portuguesa, tal como a Biblioteca Nacional de Portugal.
A biblioteca incorpora uma variedade de fundos: o Fundo Municipal, as bibliotecas pessoais de Francisco Jerónimo da Silva, Mendo Bem, Luís da Silva Ribeiro, Tenente-Coronel José Agostinho, Vitorino Nemésio, Pedro da Silveira, para citar apenas alguns.
Pese embora a relevância e o valor do acervo, funciona (em parcas condições) num antigo palacete e aguarda que entre em funcionamento (e seja construído) o novo edifício (na foto). A maior parte do fundo legal deve estar inutilizado e muito dele nem chega a ser catalogado. O que não admira, dada a escassez de pessoal qualificado.
Tem um sítio novo, reformulado e funcional, mostrando que há dinamismo. Mas...
A cultura açoriana continua a ser maltratada pelo poder. E tantos anos volvidos sob governação PS ainda não deve ser neste mandato que se verá a nova biblioteca. Tão-pouco há notícias de que venham a ser criados lugares para arquivistas e bibliotecários. Mas já se gastaram uns quantos milhares em propaganda, que é para o que serve a cultura aos olhos alarves dos políticos tugas.

Os 120 anos da Torre Eiffel




Foi há 120 anos, no dia 31 de Março de 1889. Durante 40 anos ostentou o título de a torre mais alta do mundo (destronada em 1929 pelo aparecimento do Edifício Chrysler em Nova Iorque).
A polémica parecia querer comprovar o que Pessoa disse de outra torre, primeiro estranha-se, depois entranha-se. Apodaram-na de "feia e monstruosa". Qualificaram-na de "esqueleto de atalaia" (Paul Verlaine) e gastaram litros de saliva a cuspir no que viria a tornar-se o ex-libris de Paris.
Foi há 120 anos.

Só mil?


Diz o Público que a Sociedade Portuguesa de Autores (SPA) denunciou hoje que há mais de mil autores e artistas portugueses endividados, situação que se agravou nos últimos meses devido à crise económica mas também aos efeitos prolongados da pirataria informática e da ausência de apoios públicos à cultura.
Qual é a novidade? Em Portugal a cultura sempre foi deficitária. Começa em casa, passa pela escola, pelas autarquias, pelas instituições e empresas e acaba no governo. Ninguém passa cartão a algo que consideram uma excrescência e continua a ser visto ou como divertimento ou como propaganda.
Arte, literatura, música, cinema, teatro, bailado e demais áreas são ainda uma miragem no Portugal de Sócrates ou de qualquer outro político.
As capitais europeias da cultura redundam em cimento e show off. O resto é um imenso deserto. Em Portugal ninguém (excepto músicos e actores) pode viver apenas da "arte".
Não há apoios para quem começa, não se estimula, não se exporta.

30 março 2009

O fantasma



Espreita por uma janela no castelo Tantallon, situado a este de Edimburgo. A fotografia tirada por Christopher Aitchison, em Maio de 2008.
Talvez o fantasma esteja a pensar nalgum amor perdido ou será que está mais virado para as bandas da vingança? O rosto é inexpressivo, ou seja, de fantasma. Que pena. Tem algo de gélido... brrr... que medo...
O autor da fotografia afirma que quando tirou a fotografia não estava ninguém à janela. "Só quando cheguei a casa e fui ver as imagens no computador é que me apercebi daquela figura". Contactado o pessoal do castelo, foi confirmado que não são utilizados quaisquer manequins nem tão pouco existem guias vestidos à época medieval.
Fotógrafos especialistas em Photoshop, programa informático que permite a manipulação das fotografias, confirmam que a imagem não foi alterada. Para Richard Wiseman, a explicação é simples: "Acho que pode ser um outro visitante, com um aspecto algo estranho."
Eu cá acho que é mesmo um fantasma... será o das cuecas rotas?

Fontes: DN, Rashmanly

Aos pobres, não há problema, corta-se facilmente, aos outros...


É preciso aproveitar agora, pois agora é que se podem fazer os grandes negócios e para isso é preciso cash. Um dia a coisa estoura e depois é que são elas...
Antes de estourar, urge armazenar.
Armazenar à custa dos impostos dos que os pagam.
Assim é que é!

A chanceler Angela Merkel e outros membros do seu governo teceram duras críticas aos banqueiros que tiveram a lata de a si próprios atribuírem bonificações milionárias, depois dos bancos que gerem terem recebido ajudas estatais.

O ataque mais duro veio do ministro do Interior, Wolfgang Schäuble, que qualificou os ex-responsáveis do Dresdner Bank como os "coveiros da economia social de mercado" por deixarem o banco com grandes indemnizações, pese embora os maus resultados da sua gestão.

Sem nunca se referir ao Dresdner Bank, Merkel criticou também a falta de seriedade dos que "podem receber grandes bonificações apesar do seu mau trabalho".

Em declarações ao diário "Bild", o ministro das Finanças, Peer Steinbrück, acusou igualmente os banqueiros de causarem sérios danos ao sistema social alemão.

O ministro da Economia, Karl-Theodor zu Gütenberg, em declarações ao mesmo periódico, apelou aos administradores dos bancos para renunciarem às suas bonificações (repare-se como eles são cuidadosos uns com os outros).

Apesar de ter registado perdas de 6.300 milhões de euros, os nove membros do conselho directivo do Dresdner Bank receberam bonificações no montante global de 58 milhões de euros, o dobro do ano anterior.

28 março 2009

Goran Bregovic









Nneka - Africans

Nneka - Heartbeat

A vida e o preservativo


O mundo é um lugar divertido. S. S. o papa Bento XVI, um dos apóstolos da linha dura da Igreja, chegou à terra das pessoas escuras e disse que preservativo não. Disse-o por razões que estão para lá da razão, pois convém não esquecer que o papa representa Deus na Terra. E Deus lá terá as suas razões para ter inventado a sida.
Felizmente, há bispos portugueses que são mais lúcidos. Até porque são apenas bispos e a um bispo desculpa-se facilmente a heterodoxia.
E nós, simples mortais, divertimo-nos a comentar a diferença de pontos de vista dentro da Igreja, deixando de fora as questões que mais preocupam a hierarquia: a perda de fiéis.
Uma religião que surgiu como contra-poder e que a pouco e pouco se espalhou pela Europa e pelo mundo como poder chega ao século XXI ameaçada pela indiferença.
A vanguarda dos pontos de vista unificadores que simbolizou esfarelaram-se, restando-lhe o mesmo barro de sempre, que parece incapaz de enfrentar, por receio de perder o pouco poder que ainda detém. Embora haja vozes que venham, pelo lado da fé, defender a vida, valor certamente mais relevante do que o uso de contraceptivos.
A nós, portugueses, enche-nos de orgulho que um bispo, D. Ilídio Leandro, defenda que os portadores do vírus da sida devem usar preservativo durante as relações sexuais, porque são “moralmente obrigadas a não transmitir a doença” e que o faça sabendo que "a sua posição é sustentada pela doutrina da Igreja Católica”.

Observatório climático na ilha branca



A ilha Graciosa vai ter um observatório climático móvel, a partir de Maio. Para medir algumas propriedades das nuvens de baixa altitude e ajudar a melhorar os modelos climáticos actuais.
O observatório móvel, ou Atmospheric Radiation Measurement (ARM) Mobile Facility, é responsabilidade da Unidade de investigação climática do Departamento de Energia norte-americano (DOE), que tem vários instrumentos para recolher dados espalhados pelo mundo. A ilha Graciosa passa, assim, a integrar uma rede de cinco locais móveis de medição.
Os investigadores esperam ficar a saber mais sobre a forma como as nuvens interferem com o aumento da temperatura dos oceanos à superfície, gases com efeito de estufa e propriedades dos aerossóis.

Fonte: Público

27 março 2009

Arnica montana

Desenho de Otto Wilhelm Thomé

Originária das regiões montanhosas do norte da Europa, é há muito usada na cicatrização de ferimentos, devido às suas propriedades regeneradoras de tecidos. Em aplicações mais específicas, é também indicada para combater febres, hemorragias, desinterias, infecções renais, inflamações oculares, problemas circulatórios e cardíacos.
Planta da família das Compostas, a arnica é um arbusto perene, que produz flores abundantes de cor amarelo-ouro ou alaranjado. As pétalas ovaladas e pontiagudas exalam um perfume suave. Os frutos são pardos. As flores e as raízes são as únicas partes da planta que podem ser aproveitadas para fins medicinais e cosméticos.
Nunca se deve fazer chá com as folhas da arnica, pois elas apresentam componentes altamente tóxicos.

José Agustín Goytisolo (1928 - 1999)


Llora conmigo, hermano...

Llora conmigo, hermano.
Era mujer y bella. No tenía
nieve sobre los años.

De ella, de mí, de todo
te separaron. Pero el tiempo
te ha devuelto a su abrazo.

A ella y a ti os pregunto
si es posible que todo lo que amé
sea sólo un engaño.

¿Sabéis que espero, a veces,
vuestra voz, y que tengo
los oídos tapados?
¿Sabéis
que niego el pie de vuestros pasos?

Pero no importa. vivo
sobre las ruinas. Amo.

Decidme, sí, decidme,
- aunque no pueda oírlo,
aunque nunca lo crea -
que nada ha terminado.

Carme Riera e Ramón García Mateos recolheram a poesia de Goytisolo num volume de mais de mil páginas, que a editorial Lumen, de Barcelona publicou. Chama-se Poesía completa e inclui «En tiempos de ignominia» e «La voz y la palabra», poemas que não chegaram a ser incluídos em nenhum livro.

Do prazer de ler


Hoje é dia do teatro. Todos os dias são dias de alguma coisa. Serve de pretexto para um texto ácido de Jorge Silva Melo, «E lá será mais um dia mundial da hipocrisia», publicado na edição de hoje do Público. Que gostamos de ler e de que transcrevemos excertos.

"Hipócritas éramos nós, gente do espectáculo, que tínhamos tantas caras que os demais nem sabiam como nos defrontar, e nos consideravam fugidios, falsos, com esse recurso, por todos e desde sempre invejado, de podermos adaptar-nos a outras circunstâncias, camaleões e dançarinos. (...)

Hoje não seremos nós, gente do teatro, stripteseauses da verdade poética, quem terá várias caras, que andam fechados os teatros, em ruínas, degradados, em perigo ou já foram demolidos - e poucos espectáculos se farão nesta noite.

Mas haverá almoços, discursos e jantares, debates e inquéritos.

E os hipócritas não seremos nós, que há anos (nós e os antes de nós, tantos) pedimos esmola, atenção, diálogo, intervenção, planificação, política aos políticos, certos que estamos de que o teatro não pode estar sujeito ao mercado, é área de intervenção do Estado, coração da língua, a tal língua que só no palco tem corpo e suor - e às vezes essa coisa única, gargalhadas e lágrimas.

Vamos, mais uma vez, fingir que nos amam, que nos respeitam, almoçar, ouvir declarações de amor e pedidos de voto, (...) dar beijos, agradecer e dar abraços, vamos todos fingir.

(...)

Como vamos encarar toda essa gente que vive à nossa custa - funcionários em barda que se ocupam de "cultura" - e nos vai vir abraçar, beijar, cumprimentar, prometer coisas que sabem tão bem que à primeira esquina, aliança política ou campanha eleitoral não irão cumprir? Como vamos encarar os desmaiados salamaleques - e mesmo as desculpas dos que ainda se desculpam... - de tanta gente?

Engolindo para dentro a nossa miséria, a nossa tristeza, calando?

Ou herdando o gesto sincero do Zé Povinho, esse rapaz de Bordalo?"

O outrora agora


Francisco Sá de Miranda (1481-1558) escreveu um soneto em que diz:

Alma, que fica por fazer desde hoje
na vida mais, se a vã minha esperança,
que sempre sigo, que me sempre foge,
já quanto a vista alcança a não alcança?

Fortuna que fará? Roube, despoje,
prometa doutra parte em abastança,
que tem com que me alegre, ou com que anoje?
Tanto tempo há que dei mão à balança.

Chorei dias e noites, chorei anos,
e fui ouvido ao longe, pelo escuro
gritando, acrescentar muito em meus danos.

Agora, que farei? Por amor juro
de tornar a cantar fora de enganos
e, por muito do mal, posto em seguro.

Tantos anos depois, noutras paragens, foi descoberto o que se julga ser a ossada de uma mulher dada como desaparecida há sete anos. Chamava-se Eunice Workman e era americana. Por estes dias, as autoridades foram chamadas à casa onde vivia Eunice Workman, por causa de negócios e impostos. Os trabalhadores contratados para limpar a casa reportaram uma pilha de ossos aparentemente humanos debaixo de um monte de lixo.
A casa estava literalmente apinhada de lixo e de tralhas, do chão até ao tecto. As investigações preliminares indicam que a Eunice deve ter morrido esmagada ou entalada nas pilhas de lixo e tralhas que coleccionava. O seu nome tê-la-á traído. Não era homem de trabalho, mas mulher de colecções.
A fortuna dela foi a sua perdição. A fortuna que sempre é um engano, revelou-se uma companheira pouco fiel e Eunice soçobrou por falta de segurança.

26 março 2009

Enquanto a Europa se agita contra a roubalheira


Os tugas continuam a ter de aturar o remanso lusitano, cheio de vãos de escada e de discursos da treta. A justiça funciona bem (para quem pode), as empresas continuam a facturar à custa do Zé que, se não paga, não é servido (embora esteja farto de saber que é mal servido e paga demasiado caro por serviços de merda).
Nada, claro, que tire o sono a seja quem for que ganhe bem em Portugal. Isto é e sempre foi o reino da pequena vigarice, onde enriquecer é tão natural como a sua sede, ou outro disparate do género.
Aqui ainda se considera que quem não aproveita é tolo e ainda se vive no furor legislativo, que dá trabalho aos licenciados em Direito e inscritos na Ordem dos Advogados.
Enquanto assim for, tudo está bem.
Lá fora, os ventos correm aziagos: «O ataque à casa do ex-presidente do Royal Bank of Scotland foi a última gota de uma onda de protestos que tem varrido a Europa e os EUA. Especialistas dizem que não vai ficar por aqui».

Aguarela


25 março 2009

A mentira


O Ministério da Educação é capaz de gastar milhares só com um indivíduo, mas não hesita em vir a terreiro fazer queixinhas do quanto custam milhares de professores.

O mesmo governo que não se importa de gastar milhões com propaganda, com a banca e com negociatas incomoda-se sobremaneira por gastar trocos com salários. O busílis da questão é que este governo dito socialista detesta quem trabalha e venera quem faz negócios.

Detesta ter que pagar os salários dos professores e inventou uma suposta avaliação para poupar precisamente nisso: nos salários. Como se os professores ganhassem muito.

Curiosamente, não se importa de desperdiçar milhões com políticas educativas que a médio prazo agravarão o fosso entre ricos e pobres e que deixarão à margem milhares de cidadãos mal formados, mas com vários ciclos de ensino completos.

Algo que não parece incomodar nem associações empresariais, nem industriais, nem sindicais. O que importa, sempre, é o umbigo, é a vidinha de cada um e a capacidade que alguns grupos têm de pressionar governo e opinião pública.

A falta de ideias e de visão estratégica deste governo é notória em quase todos os domínios: económico, cultural, educativo, social. A factura será paga, como é da praxe, pelos que são mais numerosos, ou seja, aqueles que ganham pouco e vivem única e exclusivamente do salário. Para os outros será uma festa, pois quanto mais ignorante é uma população, melhores negócios se fazem (desses que pouco contribuem para o enriquecimento do país, mas que permitem a criação de fortunas pessoais).

A ministra da educação e os seus secretários de estado são meros mangas de alpaca de um imenso negócio: vender ignorância, incultura, respeito pelo chefe. Tudo com a complacência de centenas de ressentidos que ainda continuam a atribuir à escola e a alguns professores as razões dos seus desaires.
De resto, tirando meia dúzia de indivíduos que mantêm intacta a lucidez, a maior parte faz o jogo de Sócrates, decalcando-lhe os argumentos e os pontos de vista.

24 março 2009

Sem comentários


O autor da política energética do actual Governo, Oliveira Fernandes, classificou como "uma fraude" a atribuição de incentivos à compra de painéis solares fotovoltaicos como sendo produtores de energia solar.
Oliveira Fernandes acusou a empresa Energie, cuja fábrica na Póvoa de Varzim foi visitada quinta-feira pelo primeiro-ministro, José Sócrates, de estar a fazer "publicidade enganosa", ao referir no seu site que os painéis solares fotovoltaicos têm rendimento superior aos colectores solares.
"O site diz que o sistema deles funciona com sol, céu nublado, chuva e à noite. Vê-se logo que não é solar. É por isso que tenho vergonha deste país", afirmou Oliveira Fernandes, criticando José Sócrates e o ministro da Economia, Manuel Pinho, por se terem associado ao "embuste" da Energie, ao apelarem aos portugueses para que comprem os seus painéis.

Fonte: JN

O que queres ser quando fores grande?


Quero ser primeiro-ministro de Portugal. Para poder dizer frases vazias como esta: "Se queremos competir nas áreas do futuro, a única via é a aposta na Educação."

Não é uma chupeta, mas promete fazer estragos

Chama-se Tato Nano, é fabricado na Índia, onde custa mil e quinhentos euros, e chega à Europa e a Portugal no próximo ano. Aqui, para ser posto à venda quatro vezes mais caro, na versão mais económica, cuja frente é de plástico e não inclui air bags, ar condicionado, rádio, bancos reclináveis ou janelas automáticas.
Por 6 mil euros poder-se-á adquirir um carro que vai contribuir para intoxicar a Índia e o mundo, isto se os indianos se puserem a comprar o dito cujo.
O Nano - palavra que em grego quer dizer 'duende' e em gujarati, a língua nativa da família Tata, é sinónimo de 'pequeno' - promete todas as dores de cabeça da democratização industrial. Ratan Tata, administrador da empresa e considerado o visionário que imaginou o Nano, dizia ontem que teve a ideia de criar o carro quando via "famílias inteiras em duas rodas, com o pai a guiar com um filho ao colo e a mãe atrás com outro agarrado às costas". Com o Nano, quase 200 milhões de indianos pouco afortunados vão poder mudar de meio de transporte.
Mas, como lembrava há dias um articulista do The Washington Post, "dezenas de milhões de indianos a guiar um automóvel é o fim do mundo em termos de poluição". Ou seja, muitos milhões de 'soluções' podem tornar-se um enorme problema.

Fonte. DN