Às vezes é preciso adormecer para acordar. Às vezes acorda-se e está tudo na mesma. Seja como for, é sempre de um problema de visão que se trata. O entendimento não é igual para todos. E não ver é apenas um dos lados da moeda.
29 agosto 2010
Do regresso
Às vezes é preciso adormecer para acordar. Às vezes acorda-se e está tudo na mesma. Seja como for, é sempre de um problema de visão que se trata. O entendimento não é igual para todos. E não ver é apenas um dos lados da moeda.
16 fevereiro 2010
13 janeiro 2010
13 outubro 2009
Nós
08 março 2009
Primeiro aniversário

07 março 2008
Segundo número já circula
Abrimos o segundo número com chave clássica, lembrando Camões e Pedro Nunes. Damos um cheirinho de outras aventuras lectivas e passamos, cosmopolitas, às viagens, aos amigos, aos hobbies. A seguir recordamos que, para se fazerem coisas, são necessárias equipas. Logo de seguida vêm as festas, os bailes, os espectáculos. As origens do carnaval e o relato doutros carnavais correm a cargo das profs de francês. Rimas e demais versos chegam-nos pela voz dos alunos. E chegam as notícias, as curiosidades da ilha, do mundo, da informação e da técnica. Ao mundo fascinante dos minerais, juntam-se os cuidados a ter com o HIV. Aos antigos jogos do mundo responde outra sedução, a do humor. Sedutora é a figura do açoriano Francisco de Lacerda, compositor brilhante, que recordamos aqui. E se a música é prazer, é, também, matemática. Assim, com a ginástica mental, aquecemos um pouco e falamos do Sol e de plantas das ilhas que dele se alimentam. Para terminar e depois de duas mostras de criatividade, damos notícia doutras ginásticas, as dos alunos e das suas provas. Tudo sob a supervisão editorial e gráfica dos profs do 1.º grupo do 2.º ciclo. Tudo em Pisca de Gente.
No ano de 1992 surgia o primeiro número do Pisca de Gente.
Textos manuscritos, desenhos e imagens eram recortados, colados e fotocopiados antes de se chegar à versão final. É que naquele tempo os computadores ainda não faziam parte da rotina do dia a dia.
O nome, Pisca de Gente, veio de uma turma do 5.º Ano. Foi escolhido num concurso em que participaram as turmas todas de 5.º e 6.º ano. Escolheu-se esse nome porque era bonito e por mostrar que era feito por gente nova.
Começou por ser um jornal do grupo de Língua Portuguesa do 2.º Ciclo. O número 1 foi assim. Mas as pessoas gostaram tanto, que os alunos do 7.º ao 9.º ano também quiseram participar. Criaram-se, então, secções abertas a todas as disciplinas e a aventura alargou-se. Chegavam-nos desenhos, textos, ideias de alunos de todos os anos e de professores de diferentes disciplinas: Matemática, Educação Musical, Inglês, EVT, Educação Física, etc.
O Pisca de Gente cresceu e tornou-se num Clube de Jornalismo, que dava direito a cartão (com fotografia e tudo). Havia vários alunos inscritos.
Faziam-se reportagens, entrevistas, recolhia-se e seleccionava-se muito material escrito e visual. Porque o Pisca de Gente sempre gostou muito de imagens, de desenhos, da criatividade.
15 anos depois, um novo desafio, pois a nossa Escola cresceu muito. Assim, Pisca de Gente inclui, pela primeira vez, textos e desenhos de alunos da Pré e do 1.º Ciclo. Esperamos que gostem. E até ao próximo período.





