Mostrar mensagens com a etiqueta Filmes. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Filmes. Mostrar todas as mensagens

12 junho 2010

Um funeral à chuva

Um grupo de antigos colegas de universidade reúne-se na Covilhã, 10 anos depois, para o funeral de um colega, recordando os tempos que passaram juntos. Faz lembrar "Os amigos de Alex", mas é bem português, nas vidas e nas histórias que vai cruzando. Passam em revista as peripécias da vida de estudante (praxes, bebedeiras e mais umas coisas) e fazem algumas revelações sobre a vida íntima. As personagens são estereótipos: o professor certinho ex-folião, o cronista de viagens sempre agarrado à máquina fotográfica, o gay, a apresentadora de TV actriz frustrada, etc. Uma longa-metragem produzida e realizada fora dos centros de decisão, sem dinheiros públicos, com o apoio de empresas e pessoas. "Um funeral à chuva".

28 dezembro 2009

Vem aí o novo filme de Clint Eastwood, Invicitus

Um filme sobre o poder de alma do futebol (ou afim). Ou como animar uma nação destroçada, unindo-a à volta de um sonho comum. O filme bem podia ser sobre Portugal, embora nós não tenhamos um Nelson Mandela.


16 maio 2009

Bright Star, filme de Jane Campion


A história de amor entre o poeta britânico John Keats (Londres, 1795 - Roma, 1821) e a sua encantadora vizinha Fanny Brawne, vista pelo olhar de Jane Campion (Wellington, Nova Zelândia, 1954). Um filme cheio de sussurros, borboletas e versos.

Bright star, would I were stedfast é parte do primeiro verso de um poema redigido em 1819 (imagem acima) por Keats. Que reza assim:

Bright star, would I were stedfast as thou art -
Not in lone splendour hung aloft the night
And watching, with eternal lids apart,
Like nature's patient, sleepless Eremite,
The moving waters at their priestlike task
Of pure ablution round earth's human shores,
Or gazing on the new soft-fallen mask
Of snow upon the mountains and the moors -
No - yet still stedfast, still unchangeable,
Pillowed upon my fair love's ripening breast,
To feel for ever its soft fall and swell,
Awake for ever in a sweet unrest,
Still, still to hear her tender-taken breath,
And so live ever - or else swoon to death.




05 maio 2009

Da realidade à ficção

Estavam a filmar uma perseguição e o Ferrari despistou-se. Tudo em Times Square (Nova Iorque), durante as filmagens de The Sorcerer's Apprentice. Dois feridos foi o resultado da aventura, captado por um vídeo amador. Para saber mais, vá pelos seus dedos.

20 março 2009

Tu, não sei. Eu gosto muito de ler entrevistas


E gostei da de João Botelho, que vem hoje no suplemento do Público. Do Botelho sempre gostei e até lhe perdoava ser benfiquista (isto é para chatear os benfiquistas). Não gostei do filme anterior e pensei que pena, lá perdemos um realizador peculiar. Afinal, voltou e cheio de si.

Vamos lá então ao que interessa, as palavras de JB:

«A Agustina tem uma coisa engraçada. Quando vende os direitos dos livros põe três cláusulas. Se gosta do filme - e quer sempre ver o filme - tem que se pôr "adaptado do romance de Agustina Bessa-Luís"; se gosta assim-assim é "inspirado num romance de Agustina Bessa-Luís"; se não gosta nada, tem que se pôr "a partir de uma ideia de Agustina Bessa-Luís"...

Agustina viu o filme?

Viu, e ficou comovida.

E qual foi a sua sorte?

Ela deixou ficar "adaptado" [sorrisos]. Tenho uma carta que ditou à filha, Mónica, que é maravilhosa e que tem uma frase fantástica: "Finalmente se prova que não há incompatibilidade entre o cinema e a literatura." A minha paixão pelo romance resume-se a uma coisa: a arte é maior que a vida. Para mim, aquilo que me encantou foi a ideia de uma prostituta de Benfica, descoberta pelo Garrett, transformada numa actriz, Emília das Neves, transformada pela Agustina em Emília de Sousa, que por sua vez nunca revelou que era a Emília da Neves. Encontrei uma biografia, ainda do século XIX, intitulada "A Bela Emília", em que há frases dessa biografia que estão transcritas directamente para o romance. Aquela história da pateada é uma história que se passa no Porto, em que ela chega atrasada. Houve, de facto, uma pateada enorme, mandaram-lhe moedas e ela diz: "Se isso é para os pobres podem atirar mais."

(...)

Não há em "A Corte do Norte" demasiada literatura?

A voz, o texto, é tão matéria-prima como o olhar, como a luz. Este filme está marcado por duas fontes de inspiração: o texto da Agustina e a matéria de luz do Caravaggio. Isto serve-me para uma homenagem ao cinema, com a ideia de que a fotografia é anterior ao cinema, do cinema ser composto por vários elementos - isso chama-se matéria, matéria.

O texto é da Agustina, a luz é do Caravaggio, e a música...

... é também matéria, não é para encher chouriços. Tive a sorte de encontrar uma música de Schubert, "Rosamunde", e, é evidente, a "Traviata", do Verdi, que a Sissi ouvia. Mas é sempre assim: ouçam-na, ouçam a música, agora vejam um gesto.

(...)

A história não me interessa nada. O que me interessa é a maneira de escrever da Agustina - não gosto das coisas lineares mas das incongruências em que ela nos faz tropeçar - e a maneira de eu filmar. As histórias são do século XIX. O cinema deve ser maior do que as histórias. É o modo de filmar que me interessa. A arte não se percebe, um quadro não se entende, não é para perceber! E não tenhamos ilusões: a literatura é mais aberta do que o cinema. O cinema fixa coisas. Quando num romance se diz que uma pessoa está vestida com um casaco castanho, com uma gravata manchada de amarelo, com a camisa amarela eu pergunto: quantos castanhos há?

19 março 2009

O cinema é uma mentira - João Botelho dixit

"Este filme salvou-me a vida" diz João Botelho numa entrevista. Depois da tara benfiquista e de um filme francamente medíocre regressa à literatura, agora com as palavras de Agustina Bessa-Luís para passar ao grande ecrã A Corte do Norte.
Aqui fica a amostra.


21 janeiro 2009

Viaggio in Italia: a geometria dos afectos, por Rossellini


O fim chega e o coração acelera. Nem todos os fins são previsíveis, embora alguns sejam muito desejados.


02 novembro 2008

A Turma (Entre les Murs), de Laurent Cantet

"A Turma" ("Entre les Murs") é um filme de Laurent Cantet. Foi galardoado com a Palma de Ouro no Festival de Cannes 2008.
O filme segue a vida de um professor e da sua turma numa escola de um bairro problemático de Paris, mostrando os contrastes multiculturais dos grandes centros urbanos de todo o mundo, nomeadamente de França.
Sinopse: O professor François (interpretado por François Bégaudeau, autor do livro que foi o ponto de partida para este filme) e os seus colegas, preparam-se para um novo ano escolar. Cheios de boas intenções, estão decididos a não deixarem que o desencorajamento os impeça de tentar dar a melhor educação aos seus alunos.
Mas as culturas e as atitudes diferentes colidem frequentemente dentro da sala de aula. François insiste num atmosfera de respeito e empenho. Mas tudo é posto à prova quando os estudantes começam a desafiar os seus métodos.
A turma é composta por actores não-profissionais, escolhidos entre alunos de um liceu francês, com quem o realizador trabalhou todas as semanas durante um ano lectivo em ateliês de improvisação. O filme é considerado um retrato exemplar das questões da educação e do desafio de ensinar.

11 setembro 2008

A ver vamos, João. Vamos ver se vamos à Corte do Norte


Há artistas e autores que, ou por clubismo ou por outra irracionalidade qualquer, desbaratam o capital de simpatia acumulado com obras anteriores. João Botelho é um desses autores. Admiravamo-lo pelo seu trabalho gráfico (Cotovia, Regra do Jogo) e sobretudo pela cinematografia, «Tempos Difíceis» (1988), «Tráfico» (1998) ou «O Fatalista» (2005), entre outros. Mas, um dia deixou-se levar pelo SLB e fez «Corrupção», um desses dejectos cinematográficos que, a pretexto de querer comentar a realidade, nem um esgar consegue, tal a trapalhada e o cúmulo de clichés.

Por isso, é com apreensão que pensamos no novo filme de Botelho, «Corte do Norte» (2008). O romance é excelente - mérito de Agustina Bessa-Luís. E o filme, como será? Teremos alguma caricatura, algum boneco deslavado como em «Corrupção»?

O filme, apresentado como "a história de uma paixão incumprida e de uma energia emocional transmitida de geração para geração de mulheres", estreia em Portugal no dia 13 de Novembro, no âmbito de uma homenagem a Agustina. E está por ora a caminho do Festival de Cinema de Nova Iorque, onde será exibido no fim deste mês.

«A Corte do Norte» conta a história, passada na Madeira, de cinco gerações de mulheres. Tem como figura central Emília de Sousa, inspirada na actriz Emília das Neves, a primeira vedeta feminina da representação dramática em Portugal. A actriz Ana Moreira protagoniza o filme, interpretando sete personagens diferentes em épocas distintas, entre 1860 e 1960.
No elenco estão também os actores Ricardo Aibéo, Rogério Samora, Laura Soveral, João Ricardo Custódia Gallego, Margarida Vila-Nova, Rita Blanco e Virgílio Castelo.
Produzido por António da Cunha Telles, Pandora da Cunha Telles e FF Filmes Fundo, com o apoio do ICA (Instituto do Cinema e do Audiovisual) e da RTP, e inteiramente rodado em digital, «A Corte do Norte» será o primeiro filme português a ser projectado em 2k no circuito comercial.
A estreia nas salas de cinema portuguesas está prevista para a primeira quinzena de Novembro, com o apoio da Guimarães Editora, que reeditará o romance «Corte do Norte», publicado em 1987, e lançará ainda um álbum com fotografias e diálogos do filme.

Dez mil já espreitaram e você?

Dez mil já se sentaram a ver "Aquele querido mês de Agosto", a segunda longa-metragem do realizador português Miguel Gomes. E você?

08 setembro 2008

Assalto ao Santa Maria - imagens do filme




O autor do guião, João Nunes, disponibiliza algumas fotos de rodagem na sua página.

Assalto ao Santa Maria, novo filme de Francisco Manso

Aos poucos, acontecimentos mais ou menos recentes da História de Portugal são ficcionados e transformados em filme. Não temos a indústria cinematográfica de países como o Reino Unido ou os EUA, pródigos em reflectir esteticamente sobre o quotidiano e a História, mas a pouco e pouco vamos produzindo algum material.
O mais recente é o "Assalto ao Santa Maria", um projecto conjunto de portugueses e galegos, realizado por Francisco Manso. O fime retrata a tomada do paquete Santa Maria por um grupo de revolucionários portugueses e galegos, em 1961, para denunciar os regimes de Salazar e Franco.
As filmagens de "Assalto ao Santa Maria" decorreram entre Cacilhas, Montijo, Barreiro, Lisboa e Viana do Castelo, mas tiveram como principal cenário o interior do navio-hospital Gil Eannes. A embarcação, recorde-se, deu apoio à frota portuguesa de pesca do bacalhau (nos anos 50 e 60), saiu de serviço em meados dos anos 70 e é agora um navio-museu acostado em Viana do Castelo.
A produção é de José Mazeda e a realização de Francisco Manso, que se basearam naquele episódio histórico para apresentar uma história fictícia que suporta o relato histórico dum jovem emigrante português que, em 1960, passa por um período difícil na Venezuela. O acaso coloca no seu caminho o capitão Henrique Galvão, um dos mais proeminentes opositores do regime do ditador Salazar. Fascinado por Galvão, Zé junta-se a um grupo de exilados políticos portugueses e galegos quando estes, sob o comando do militar português, preparam a mais sensacional acção de protesto jamais levada a cabo: o assalto e ocupação do luxuoso e então ultramoderno paquete "Santa Maria", jóia da coroa da marinha mercante nacional, então no seu período de máxima pujança.
O assalto, que começou a 21 de Janeiro de 1961, no porto venezuelano de La Guaira, leva Henrique Galvão e os seus homens a navegar pelo Atlântico Sul durante onze dias inesquecíveis. A acção do filme desenrola-se neste período, durante o qual, perseguidos pela esquadra norte-americana e escrutinados pela imprensa internacional, os assaltantes do "Santa Maria" enfrentaram tensões internas, tentativas de sabotagem e o descontentamento dos passageiros, enquanto tentavam passar ao mundo uma mensagem de liberdade e esperança contra as ditaduras da Península Ibérica.
O filme, que conta com um orçamento de um milhão de euros, tem o apoio, entre outros, do Instituto do Cinema e do Audiovisual, do Fundo de Investimento para o Cinema e Audiovisual, da RTP, da Televisão da Galiza e da autarquia vianense.
Fonte: JN e SIC

05 setembro 2008

“Slacker Uprising”, de Michael Moore

“Slacker Uprising” é o nome do documentário de Michael Moore. Aborda o tema da abstenção dos jovens nas eleições presidenciais nos EUA, em 2004.
Dia 23 estará disponível na Internet para download, antes de chegar ao mercado dos DVD. Mas pode fazer o dito cujo quem estiver a residir nos EUA ou no Canadá. O people dos outros países terá de se contentar com o trailer no youtube.

12 julho 2008

Pedro Costa vence Prémio Gulbenkian Arte


Um júri composto por João Marques Pinto, João Bénard da Costa, Jorge Calado, José Gil e Raquel Henriques da Silva atribuiu ao realizador Pedro Costa o Prémio Gulbenkian Arte pelos «traços fortes» do seu cinema que possui «uma estética pura e austera, com uma forte presença das comunidades urbanas marginalizadas, e a integração de actores com pouca ou nenhuma experiência nos elencos».
Pedro Costa nasceu em Lisboa, 30 de Dezembro de 1958, estudou na Escola Superior de Teatro e iniciou-se no cinema como assistente de realização de Jorge Silva Melo e João Botelho. É um dos mais destacados realizadores portugueses da actualidade. Estreou-se no cinema, em 1989, com a longa-metragem «O Sangue», a que se seguiram «Casa da Lava» (1994), «Ossos» (1997), «Sicília» (1999), «No quarto de Vanda» (2000), «Onde jaz o teu sorriso?» (2001) e «Juventude em Marcha» (2006).
«No quarto de Vanda» conquistou o Prémio para o melhor filme do 32.º Festival de cinema da universidade católica do Chile e «Juventude em Marcha» o Prémio da Associação de Críticos de Los Angeles na categoria de melhor filme independente / experimental.

05 julho 2008

Apareceu uma versão integral de Metrópolis, de Fritz Lang


O argentino Fernando Martínez Peña, historiador de cinema, descobriu na versão do filme Metrópolis (de Fritz Lang), que se encontra em Buenos Aires, as cenas perdidas que os especialistas procuravam desde 1973.

Fernando Martínez Peña sabia que o filme, uma fábula marxista de ficção científica sobre uma sociedade de trabalhadores sem rosto, convertidos em máquinas duma civilização superior, tinha sido cortada e reduzida na versão norte-americana, a única que se conservava, pois a II Guerra Mundial e a fragilidade dos rolos fizeram com que todas as cópias da versão original, estreada por Lang em 1927, se perdessem. Todas não. A que estava na Argentina manteve-se quase intacta, pese embora algumas lesões na fita.

Fernando Martínez Peña deu conta do achado aos especialistas da cinemateca alemã que tiveram muitas dúvidas da autenticidade do filme. Só depois de verem uma cópia em DVD perceberam que, afinal, era mesmo verdade.

A parábola futurista que Metrópolis é, tinha sido mutilada pelas autoridades nazis com a chegada de Hitler ao poder e, posteriormente, censurada nos Estados Unidos da América. Por isso, haver uma cópia com cenas há muito desaparecidas foi reputado de sensacional.

[Fonte: El País]

20 junho 2008

O Incrível Hulk

The Incredible Hulk (2008)

Sinopse: Bruce Banner (Edward Norton), agora a viver nas sombras - afastado da vida que levava e da mulher que ama, Betty (Liv Tyler) - luta a todo o custo para fugir à perseguição obsessiva do General Thunderbol Ross (William Hurt), e da artilharia militar que o tenta capturar e explorar. À medida que os três enfrentam os segredos de Hulk, são confrontados com um novo e monstruoso adversário - A Abominação (Tim Roth).

Intérpretes: Edward Norton, Liv Tyler, Tim Roth, William Hurt, Robert Downey Jr.

Realização: Louis Leterrier

País: EUA
Género: Acção, Fantástico, Ficção Científica
Duração: 114 Mins

29 maio 2008

Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal


Sinopse: A mais recente aventura de Indiana Jones tem o seu início no Sudoeste desértico, em 1957 – no auge da Guerra Fria. Indy e o seu companheiro Mac (Ray Winstone) escaparam por pouco a um confronto com maléficos agentes soviéticos, num aeródromo remoto.

Agora, o Professor Jones voltou a casa, à Faculdade Marshall, para descobrir que as coisas foram de mal a pior. O seu amigo íntimo e reitor da faculdade (Jim Broadbent) explica que as recentes actividades de Indy o tornaram suspeito e o governo começou a pressionar o estabelecimento de ensino no sentido de o despedirem.

Ao sair da cidade, Indiana encontra o rebelde e jovem Mutt (Shia LaBeouf), que guarda um certo rancor contra o arqueólogo aventureiro, mas que lhe traz uma proposta: se ele o ajudar numa missão de carácter intimamente pessoal, pode muito bem fazer uma das mais espectaculares descobertas arqueológicas da história – a Caveira de Cristal de Akator, um lendário objecto de fascínio, superstição e terror.

Intérpretes: Harrison Ford, Shia LaBeouf, Cate Blanchett, John Hurt, Jim Broadbent

Realização: Steven Spielberg

País: EUA

Género: Aventura, Acção, Comédia

Duração: 124 Mins

IMDB


22 maio 2008

Sweeney Todd - O Terrível Barbeiro de Fleet Street


Sinopse


Tim Burton fez a adaptação cinematográfica do thriller musical de Stephen Sondheim, «Sweeney Todd» e chamou, claro, Johnny Depp para o papel principal. Depp é Sweeney Todd, um barbeiro injustamente condenado à prisão, que jura vingar-se não só do cruel castigo, como também das consequências demolidoras que o mesmo teve na mulher e na filha. Quando regressa à barbearia para a reabrir, Todd assume-se como o Terrível Barbeiro de Fleet Street, que “rapou a cabeça de cavalheiros de quem nunca mais se ouviu falar”.

Ao lado de Johnny Depp está Helena Bonham Carter, que dá corpo à Sra Lovett. Além de fabricar umas diabólicas empadas de carne, torna-se cúmplice amorosa de Sweeney. Alan Rickman é o pérfido Juiz Turpin, que por cupidez não hesita em mandar Sweeney para os calabouços, condenação que abre caminho à sede de vingança. Beadle Bamford, o malvado assistente do Juiz, é protagonizado por Timothy Spall. Temos ainda o barbeiro rival, o espalhafatoso Signor Adolfo Pirelli, protagonizado por Sacha Baron Cohen, e Christopher Lee, no papel de fantasma cavalheiro. Completando o elenco, Jamie Campbell Bowen é Anthony, o jovem marinheiro, Jayne Wisener faz de Johanna, Laura Michelle Kelly é a mendiga, e a nova estrela Ed Sanders protagoniza Toby.
Um musical onde os próprios actores emprestam a sua voz às canções, cuja música e letra é de Stephen Sondheim.


Ficha do Filme


Título original: Sweeney Todd: The Demon Barber of Fleet Street.
Título português: Sweeney Todd - O Terrível Barbeiro de Fleet Street
Actores: Johnny Depp, Helena Bonham Carter, Alan Rickman, Timothy Spall, Sacha Baron Cohen, Christopher Lee, Laura Michelle Kelly, Jamie Campbell Bowen, Ed Sanders.
Realizador: Tim Burton.
Argumento: John Logan.
Género: Musical, Thriller.
País: EUA, Reino Unido.
Estreia: 31 de Janeiro de 2008.

Site Oficial
http://www.sweeneytoddmovie.com/
http://www.sweeneytodd.com.pt/ (Português)


20 maio 2008

"A Invenção" de Jorge Paixão da Costa


"A Invenção", de Jorge Paixão da Costa, é uma curta-metragem portuguesa, com duração de 15 minutos. Acaba de receber um prémio no concurso de programas infantis da União Europeia de Radiodifusão (UER). O filme foi considerado o "melhor exemplo de produção" do ano e o "mais forte" dos concorrentes.

A acção do filme decorre numa casa burguesa do Portugal rural dos anos 50 e conta a história da invenção de Maria, a filha da criada, que constrói uma máquina de lavar pratos. Vai para o ar na RTP 2, no dia Mundial da Criança, 1 de Junho.