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07 julho 2011

Açores abaixo de lixo e a Madeira ainda pior

A Moody's cortou o nível de Lisboa e Sintra em quatro degraus de Baa1 para Ba2, com 'outlook' negativo, enquanto os Açores passaram de Baa2 para Ba3 e a Madeira de Baa3 para B1, com perspectivas futuras sob análise, disse a agência em comunicado.
A agência justificou a quebra na notação dos quatro locais pela descida dos 'ratings' atribuídos a Portugal na terça-feira, o que teve "implicações para os 'ratings' dos governos locais e regionais dentro do país dadas as suas estreitas ligações financeiras com o governo central".

04 junho 2010

Museu de Arte Contemporânea de Ponta Delgada


Ainda não começou e já dá que falar. Está de parabéns a presidente da edilidade micaelense. Ponta Delgada vai contar com uma exposição por ano da colecção de Serralves. A Fundação de Serralves está também a dar apoio à autarquia na concepção, instalação e exploração do Museu de Arte Contemporânea.

05 novembro 2009

Paulo Gouveia, arquitecto



Paulo Gouveia morreu. Construía no arquipélago dos Açores desde o início dos anos 80, tendo sido responsável pelo Museu do Vinho e pelo Museu dos Baleeiros, ambos na ilha do Pico. Fez também um exaustivo levantamento e caracterização das principais intervenções arquitectónicas durante o século passado no núcleo central da cidade de Angra (onde nasceu), trabalho de doutoramento apresentado na Universidade de Évora em 2002, e reunido no livro Angra do Heroísmo: Arquitectura do século XX e memória colectiva.
O projecto de recuperação do Museu dos Baleeiros, no Pico, teve início em 1983 e prolongou-se até 1989. Foram reabilitadas as antigas casas de botes, integrou-se no conjunto uma tenda de ferreiro anexa e acrescentou-se um espaço novo para biblioteca e arquivo (no terreno ao lado comprado para o efeito). Dois anos depois de aberto, foi candidato ao prémio Museu Europeu do Ano e em 1993 o projecto de recuperação e reabilitação recebeu uma Menção Honrosa nos Prémios Nacionais de Arquitectura da Associação dos Arquitectos portugueses e da Secretaria de Estado da Cultura.
Já no Museu do Vinho, na mesma ilha, mas na vila da Madalena, Paulo Gouveia foi responsável pelo projecto de adaptação, restauro e reabilitação dos edifícios existentes (a casa conventual da Ordem Religiosa das Carmelitas), construção do miradouro e edifício do lagar, cuja primeira fase ficou pronta em 1999. Entre outros edifícios, o arquitecto desenhou também a nova sede da Fanfarra Operária Gago Coutinho e Sacadura Cabral, em Angra do Heroísmo, inaugurada no ano passado.

08 outubro 2009

No mar dos Açores


As aventuras vividas por quem vai a bordo do navio oceanográfico Almirante Gago Coutinho, da Marinha portuguesa (cuja missão é o cruzeiro científico do robô submarino português Luso no mar dos Açores) são relatadas aqui e aqui.
O cruzeiro é da Estrutura de Missão para a Extensão da Plataforma Continental (EMEPC), um grupo científico incumbido pelo Ministério da Defesa de alargar o solo e o subsolo português para lá das 200 milhas naúticas em torno de Portugal continental e das ilhas.

03 outubro 2009

Açores e licenciados


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Nos Açores há muito se fez uma clara opção política: o grau zero. Interessava fazer com a educação o que há muito se fazia com outros sectores: estrangular, dominar. E fez-se. O antigo secretário conseguiu a proeza. A senhora que agora tem a educação a seu cargo limita-se a surfar uma onda cujo sentido lhe escapa, pois, notoriamente, não está talhada para o cargo.
O que é isso de grau zero? A escola não consegue, por mais missionários que possua, mudar o mundo que a rodeia, mesmo que seja o pequeno mundo da localidade. Limita-se a amortecer e a reflectir as características dessa comunidade. Ora, os Açores viveram durante séculos o paraíso da insularidade, preservando falares e costumes que se iam modificando no território continental português. Mas essa dimensão museológica criou fome e a fome é devastadora. Mal se apanha com alimento, abusa, engorda e organismo que assim se empanturra começa a dar sinais de obesidade crónica.
Depois de um projecto autonómico descentralizado, Carlos César chegou ao poder e começou a fazer contas, tendo concluído que a dispersão geográfica é inevitável e que S. Miguel deve concentrar em si tudo o que é gerador de riqueza. Quiçá por ser ali que houve história de "grandes" famílias. Arregaçou as mangas e tem trabalhado com afinco para cavar o fosso entre essa ilha e as restantes, que cada vez mais vivem para um futuro fantasmático ou para paraísos de veraneio, mas sem gente que as sustente. A actividade produtiva radica na vaca, produto excedentário na Europa comunitária. O turismo continua a ser residual. A produção industrial é praticamente nula em oito das nove ilhas. A população divide-se entre a monocultura da vaca e o funcionalismo público, a par de um comércio débil (com excepção do retalho alimentar).
As consequências são, no que ao ensino diz respeito, uma imensa falta de horizonte, a que se responde com apatia ou, no caso de algumas famílias da classe média, com a ânsia de incutir nos filhos a vocação pela medicina (dos poucos cursos com saídas profissionais efectivas e atractivas). O resto continua a perpetuar uma má relação com a escola que não lhes deu a profissão desejada. Ora, os tais "cursos profissionais" são ouro sobre azul. Que cursos profissionais? Façam uma pesquisa e vejam.
De resto, convém lembrar que numa região dispersa geograficamente ainda não há rede integrada de bibliotecas, nem planos de leitura, nem preocupação com essas áreas. O cimento e o faz de conta são ainda o ai-jesus dos governantes regionais e locais.

19 junho 2009

Os Açores e os militares americanos

Quando se fala dos treinos aéreos nos Açores, a grande questão parece ser a do dinheiro (as "contrapartidas"). De facto, como já aqui dissemos, são meia dúzia os que vivem no concelho da Praia da Vitória, percurso usado pelas aeronaves. Falamos portanto de nada. Tanto mais que grande parte das pessoas que ali vivem nada farão que contrarie os desígnios americanos, quer por uma tradição de indiferença, quer pela dependência que ainda persiste.
Aqueles que se incomodam com o ruído, com a poluição atmosférica e com possíveis danos nas habitações são uma minoria.
Espanta-nos que só os deputados do PSD tenham inquirido nesse sentido o ministro dos Negócios Estrangeiros. Porque o PS também tem deputados eleitos pela Terceira na Assembleia da República.

13 junho 2009

O silêncio regional

O sr. secretário regional do Ambiente e do Mar, Álamo de Menezes, deve ter uma palavrinha a dizer, pois ambos serão afectados pelos treinos americanos. Mas talvez não seja de esperar grande coisa do senhor secretário, já que durante o seu magistério educativo conseguiu a proeza de acabar com a formação de professores transformando-a numa macacada que apenas serve para uns quantos brincarem às escolinhas. Se seguir o mesmo modelo no Ambiente, ainda o veremos a dizer que os aviões são um importante contributo para a ecologia açoriana.
Por ora, ainda não o ouvimos pronunciar-se sobre assunto tão delicado. Aguardamos que o faça em breve.

Açores, americanos e poluição




Não bastava terem poluído a água e deixado restos nucleares espalhados pela ilha. Agora os norte-americanos querem transformar os Açores numa escola aérea, leia-se: querem uma área de mais de 274.300 quilómetros quadrados, a norte da ilha do Corvo, como base de treino dos F-22 e, no futuro, dos F-35.
Os aviões, que atingem velocidades supersónicas e têm sistemas de armamento muito sofisticados, terão como base as Lajes. Ou seja, quem viver na Terceira vai ter de sofrer regularmente o ruído e a poluição atmosférica desses brinquedos milionários. Além, claro, dos problemas que surgirão a pouco e pouco nas habitações, fruto da forte trepidação que se faz sentir à passagem das naves.
Tudo com o OK de Lisboa, que espera contrapartidas. Estas, como é sabido, têm sido enormes. Portugal tem ganho imenso com os americanos.
De resto, para o governo de Lisboa, na ilha Terceira vive pouca gente e à volta da base menos ainda. Afectadas serão apenas umas 30 mil pessoas. Nada de significativo, portanto. Se o número de depressões aumentar, se os cancros se multiplicarem, a culpa será, como é óbvio, dos cigarros ou até, quem sabe, das touradas. Dos aviões nunca. Isso é negócio e Portugal só lucra.

07 junho 2009

Os Açores e as eleições europeias

Os resultados são confrangedores. Num universo de 225552 (duzentos e vinte e cinco mil e quinhentos e cinquenta e dois) eleitores apenas votaram 48941 (21.7%). Os açorianos revelam um défice europeu grave, tanto mais que ainda não perceberam que parte da sustentabilidade do arquipélago provém da comunidade europeia.
Carlos César acha que o voto deve ser obrigatório. E tendo em conta a participação do eleitorado bem se pode dizer que tem razão.

02 junho 2009

A condução nas ilhas


Nos Açores conduz-me mal. Usa-se o eixo da via, obrigando quem vem em sentido contrário ou quer ultrapassar a aproximar-se das bermas. Estaciona-se em cima de curvas. Faz-se pouco uso dos piscas para sinalizar manobras. São constantes as manobras perigosas e a falta de civismo. E usa-se e abusa-se do álcool (veja-se como em diferentes ilhas se detectam elevadas taxas de alcoolémia: homem de 32 anos detido no Nordeste com 3,17 gramas; homem de 50 anos apanhado em ponta Delgada com uma taxa de álcool no sangue de 2,55 gramas; homem de 40 anos detido na Madalena, ilha do Pico, por provocar acidente ao conduzir motociclo com taxa de 2,71 gramas; três condutores detidos em Angra do Heroísmo, um de 40 anos, com uma taxa de alcoolémia de 1,97; outro, de 29 anos, apresentava 1,49, e o terceiro, de 47 anos, tinha 1,35 gramas por litro.)

11 maio 2009

Chá dos Açores



Na ilha de S. Miguel estão localizadas as únicas fábricas e plantações de chá existentes na Europa, que produzem o chá Gorreana e o chá Porto Formoso.
O chá dos Açores vai ser certificado pela União Europeia, para salvaguardar a "genuinidade" de um produto de características únicas na Europa.
Apesar de manter o seu carácter tradicional há 125 anos, a Gorreana rendeu-se às novas tecnologias. Pelo site que criou na internet vendeu, em 2008, três toneladas de chá. A Gorreana tem uma produção anual de 38 toneladas.
A transformação industrial do chá teve início nos Açores em 1878. Foi ensinada aos locais por dois chineses, convidados pela Sociedade Promotora da Agricultura Micaelense, precisamente para esse efeito. Das várias fábricas que chegaram a existir, a Gorreana era, até há pouco tempo, a única resistente. Em 1998, os actuais proprietários da Fábrica de Chá de Porto Formoso iniciaram a recuperação desse complexo.
O cultivo do chá, encontra nos Açores condições favoráveis ao seu desenvolvimento, sendo a ilha de S. Miguel a que reúne as melhores: um solo de textura arenosa, fértil, rico em ferro e onde os valores de acidez se encontram entre valores de 7 a 5 aproximadamente (entre neutro e acido). Aliado a estes factores, está o relevo da ilha que proporciona à cultura a necessária protecção que ela exige para um optimo desenvolvimento da planta do chá.
A planta em si necessita de poucos cuidados, sendo no entanto necessário dispô-la em linhas para maximizar a sua eficiente produção. Cresida de forma biológica, a planta usa de estrume vegetal para o seu crescimento. Este provém das folhas do arbusto e das sementes oleaginosas.
Finalmente, a folha é colhida só após o 4.º ou 5.º ano da sua plantação ,sendo apenas podada até atingir esta idade.
A apanha da folha decorre entre os meses de Abril e Setembro, numa época de poucas chuvas para que o crescimento das folhas seja mais lento e, consequentemente, o chá tenha maior qualidade. Segue-se o processo de transformação, que implica o murchamento, a enrolagem, a oxidação e a secagem. Chega, então a hora da selecção.
O mais perfeito, e mais forte, é o Orange Pekoe, obtido a partir do botão e da primeira folha do rebento. E não tem absolutamente nada a ver com laranjas! A primeira denominação é sinónimo de qualidade, e foi escolhida em homenagem aos príncipes holandeses de Orange, os primeiros a comercializar o chá pela Europa. A segunda corresponde a um termo chinês que significa “jovem”. É esse o principal atributo do chá obtido a partir da segunda folha do rebento, simplesmente rotulado de Pekoe. É ligeiramente mais fraco que o anterior. Quanto ao Broken Leaf, o mais suave de todos e mais adequado a quem queira evitar estimulantes, é o resultado de pedaços das diferentes folhas.
Esses são chás pretos. Há ainda um chá verde, o Hysson.

06 abril 2009

Sismo de 1980, ilha Terceira

Sismos e Açores


Quando há notícias de sismos fico sempre com a esperança de que as autoridades açorianas deitem as mãos à cabeça e façam o que deviam fazer: simulações, treinos, preparar as novas gerações para um sismo. Mas, nada. O governo de César está há mais de uma década no poder e até agora pouco ou nada fez nesse sentido. Nem depois do sismo do Faial.
As pessoas têm coisas e mais coisas penduradas nas paredes, por cima das camas, nos espaços onde estão mais tempo. Os perigos são enormes, mas ninguém parece preocupar-se.

28 março 2009

Observatório climático na ilha branca



A ilha Graciosa vai ter um observatório climático móvel, a partir de Maio. Para medir algumas propriedades das nuvens de baixa altitude e ajudar a melhorar os modelos climáticos actuais.
O observatório móvel, ou Atmospheric Radiation Measurement (ARM) Mobile Facility, é responsabilidade da Unidade de investigação climática do Departamento de Energia norte-americano (DOE), que tem vários instrumentos para recolher dados espalhados pelo mundo. A ilha Graciosa passa, assim, a integrar uma rede de cinco locais móveis de medição.
Os investigadores esperam ficar a saber mais sobre a forma como as nuvens interferem com o aumento da temperatura dos oceanos à superfície, gases com efeito de estufa e propriedades dos aerossóis.

Fonte: Público

05 março 2009

Fajã do Calhau

Haverá quem, num dia vindouro, ao ler o que abaixo se transcreve se comova e pense como foi possível, em pleno século 21, deixar destruir um lugar em nome da gula imobiliária e outra.
Dantes diziam que a fajã era assim: um percurso pedestre pela orla marítima a sudoeste da ilha de S. Miguelleva-nos até ao povoado da Fajã do Calhau, com cerca de 7 km, entre Água Retorta e Faial da Terra.
As fajãs têm origem em costas altas e escarpadas, formando-se, assim, entre arribas e o mar. São áreas em que, normalmente, o solo é fértil, o que faz dele uma atracção das populações, embora com algumas dificuldades quanto ao acesso. Na Fajã do Calhau, para além das explorações de vinha, a pesca constitui uma das principais atracções.
A Fajã do Calhau é um bom local para repousar da caminhada, sendo possível observar espécies de flora dos Açores, como o bracel (Fetusca petrae), a erva leiteira (Euphorbia azorica) e a vidália (Azorina vidali), a faia da terra (Myrica faya) e o incenso (Pittosporum undulatum). Também se podem observar algumas espécies da avifauna dos Açores, como o canário-da-terra (Serinus canaria), o melro negro (Turdus merula azorensis), o milhafre (Buteo buteo rothschildi), a alvéola (Motacilla cinerea patriciae).

13 novembro 2008

Sismos: prevenção




A América prepara-se para um grande sismo. Sobretudo a Califórnia. Nos Açores nada. A última vez que a terra tremeu o susto foi grande. Foi em S. Miguel. Nesta ilha o silêncio tem sido a regra. Quando houver algo sério virão os ais e uis da praxe, mas secretarias regionais, protecção civil e escolas que andam a fazer?

19 outubro 2008

E pronto


Agora que já se sabe tudo, ainda não se sabe nada. Depois da nova Assembleia entrar em funções e de se conhecerem as novas caras do governo veremos se há surpresas.

Para já uma dúvida: a Cultura fica na Terceira ou vai de vez para S. Miguel?

Fala-vos o vidente

Camaradas e amigos é com grande infelicidade que assistimos a mais uma maioria absoluta de Carlos César e legionários. Serão certamente os piores quatro anos que vamos viver em termos de governação. Porque vai começar a caça ao lugar de Carlos César. Porque vamos assistir à prepotência e abuso em vários sectores dependentes do governo regional. Porque o PSD se vai entregar a uma luta intestina à procura do novo líder e vai continuar a esquecer-se de fazer oposição. Porque a crise vai dar azo a muita mendicidade e consequentes abusos. Porque o resto da oposição deixa de contar com os holofotes e se vai limitar a fazer barulhos pontuais.
O fosso entre S. Miguel e Terceira vai alargar-se mais e mais. As outras ilhas assistirão impotentes à partida dos seus filhos que não poderão regressar senão em férias, já que emprego será uma miragem. Embora subsistam os lugares de esmola e as subsidio-dependências.
Fala-vos o vidente, aquele que lê nas folhas de chá.

Viver nos Açores

Sabemos quem vai ganhar. E sabemos qual tem sido o discurso do líder desse partido. Vejamos como olham para nós do continente. Os sublinhados são nossos.
«Os Açores - com 243 mil habitantes dispersos pelas nove ilhas do arquipélago, algumas distantes entre si cerca de 600 quilómetros, (...) apresentam uma situação de periferia extrema, uma das razões habitualmente avançadas para justificar o seu atraso, a par do seu disperso mercado interno muito pequeno e do baixo nível de qualificação dos seus trabalhadores (cerca de 80 por cento tem apenas o mais baixo nível de escolaridade), que se traduz numa produtividade baixa e na falta de iniciativa empresarial.
Com 2,88 mil milhões de euros de Produto Interno Bruto (PIB), a pequena economia açoriana representa apenas 2 por cento do total do PIB nacional. Por habitante representa 83 por cento da média nacional e 56 por cento da europeia, colocando-se no lote das regiões mais atrasadas da UE.
De 1996 (ano em que o PSD deixou o governo regional) a 2006, o PIB dos Açores quase duplicou o seu valor, ao crescer 89 por cento, enquanto a nível nacional foi de 71 por cento. No período de 2002 a 2006, os últimos quatro anos divulgados, a economia açoriana foi, entre as sete regiões portuguesas, a que registou melhor desempenho (taxa nominal de 20,3 por cento), enquanto a média nacional se situou nos 14,8 por cento, a mesma da Madeira. Desde 2001, os Açores conseguem um ritmo de crescimento médio anual (2,5 por cento) cinco vezes superior ao nacional (0,5 por cento).
Apesar da significativa convergência para a média nacional, a pobreza continua a ser um flagelo neste arquipélago.»