16 dezembro 2008

É chatice ou explorer com gripe


Uma falha no Internet Explorer permite tomar controlo de um computador e roubar-lhe as senhas. Os especialistas aconselham os utilizadores a mudarem de navegador até o problema estar resolvido. Navegadores como Firefox, Opera, Chrome ou Safari não têm essa falha de segurança.

A Microsoft disse ter detectado ataques contra o Internet Explorer 7.0, mas que esta vulnerabilidade também está presente nas outras versões e já pediu aos os utilizadores para se manterem atentos, enquanto prepara uma solução de emergência.

O aviso vem de Londres, via BBC.

15 dezembro 2008

Colecção de bactérias


A maior colecção de bactérias em Portugal encontra-se na Universidade de Coimbra e reúne um conjunto raro a nível internacional da estirpe Legionella que é usada por investigadores da China aos EUA.

O Laboratório de Microbiologia da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra (FCTUC) possui bactérias que não existem noutras partes do mundo, nomeadamente estirpes únicas de Legionella isoladas de ambientes naturais (sem intervenção humana).

As cerca de cinco mil estirpes, incluindo mais de duas mil de Legionella, representam mais de 20 anos de colheita e isolamento de micróbios, nos mais diversos locais.

Nesse laboratório há uma bactéria, com o nome científico de Deinococcus geothermalis, que está a ser utilizada para remover urânio solúvel de locais contaminados. Este micróbio isolado em Portugal e em Itália tem a capacidade de transformar o urânio de modo a ser removido do ambiente.
Fonte: Público

A poluição sonora ameaça cetáceos


Segundo os cientistas, o ruído submarino feito pelo homem criou já uma espécie de névoa acústica que leva a uma cacofonía em muitas partes dos mares e oceanos. Algo que afecta sobremaneira os cetáceos e outras espécies.

A poluição é provocada pelos navios, pelas indústrias, pela exploração de petróleo e de gás.

O país devia parar. O homem falou e disse:


O que já toda a gente sabia. Mas, proeza das proezas, ele reconheceu hoje que 2009 será um ano de "tempos difíceis".

Palmas e silêncio, pois quando Sua Excelência o Senhor Engenheiro Primeiro-Ministro da Nação Portuguesa diz algo tão importante isso quer dizer que... não tem nada para dizer, apenas precisa de fazer render o tempo de antena, para contrabalançar outros sinais.

E quando não há nada para dizer, fala-se em proveito próprio, apresentando-se ao país como o messias de (não se riam, por favor) uma «nova cultura política».

Em que consiste a tal nova cultura? É uma cultura «de modernização da administração pública e de combate à burocracia».

Se já se partiram a rir, ainda não viram a melhor parte do discurso: «Depois de termos feito o que fizemos, descobrimos que há ainda muito mais a fazer. Mas o importante é termos a administração pública convencida de que esta é a melhor linha a seguir, não apenas porque reduz custos mas também porque permite uma administração mais amiga do empreendedor, de quem quer correr riscos, e que não gosta dos que querem manter tudo na mesma».

Agora sim, podem tirar a barriga de misérias. Sócrates é muito melhor que qualquer grupo de humoristas.

Semelhanças e dissemelhanças

Na viragem do século XIX para o século XX espalharam-se pelo mundo ocidental os sindicatos e a luta pelas oito horas de trabalho diário, pelo direito à greve, pela assistência na doença e por férias pagas. Paralelamente ideias como a da liberdade, a igualdade e fraternidade chegavam ao conhecimento de uma maioria que era praticamente espezinhada pelos empresários da altura.
As revoluções começaram em finais do século XVIII e estenderam-se até aos inícios do século XX, com a Revolução Bolchevique a marcar o mundo e a definir fronteiras nos pós-guerras. Pelo meio houve tempo para algumas epidemias, para uma crise bolsista e para um ódio aos judeus que vinha em crescendo desde a segunda metade do século XIX.
Os resultados já sabemos quais foram (ou pelo menos temos uma ideia). E o que está a acontecer agora, que nos torna figurantes? Haverá pontos de contacto?
Porque é que, quanto ao aspecto financeiro, o crash tem origem nos EUA? Porque será que as guerras actuais também têm esse país como protagonista?
A eleição de Obama será o começo de algo novo ou apenas o sinal de que algo está a chegar ao fim?
E na velha Europa o que há de novo? O que está a acontecer na Grécia será mais do mesmo (dos antigos sinais de degradação) ou o alerta de um país que forjou a democracia?
E aqui na velha quinta, porque será que o governo tem de dizer aos bancos onde gastar o dinheiro que lhes dá? Será que Sócrates é o digno sucessor do seminarista professor?

14 dezembro 2008

O beijo do adeus com um pouco de humor


Um jornalista iraquiano arremessou os seus sapatos contra o presidente norte-americano, George W. Bush, que se conseguiu desviar, enquanto o jornalista foi retirado do local por seguranças.
«É o beijo do adeus, espécie de cão» foram as palavras proferidas pelo jornalista antes de atirar os sapatos.
O incidente ocorreu após um encontro entre o presidente norte-americano e o primeiro-ministro iraquiano Nouri al-Maliki.
Bush, que visitou de surpresa o Iraque, conseguiu brincar com a situação afirmando que apenas calçava o número dez, disponibilizando-se, de seguida, para responder às questões dos restantes jornalistas.

Três maneiras de dizer não





Uma visita que pode ser muito útil.

13 dezembro 2008

A crise é fixe

Enquanto os sindicatos e os partidos de esquerda reclamam por apoios a quem trabalha, ou seja, aumentos de salário, as associações patronais batem palmas. O governo rosa é o governo dos patrões e da banca.
As associações empresariais, de empreiteiros e as obras públicas vêem com bons olhos as medidas tomadas pelo Governo para combater a crise. Ou seja, esfregam as mãos de contentamento pelos milhões que lhes vão cair na sopa.
A venda de automóveis de luxo vai aumentar e muito no próximo ano. As agências de viagens também vão sair da crise com um sorriso nos lábios. Os importadores de produtos de luxo também podem sorrir sem ter de disfarçar.
Quanto a quem vive do seu salariozinho, é apertar o cinto. E começar a comprar uma corda que a vida será cada vez mais monástica.
A crise é só para os de sempre. Como sempre.

Jeanne Lorioz 2







Jeanne Lorioz 1








Jeanne Lorioz nasceu em 1954. Estudou na École Supérieure des Arts Appliqués de Paris. E, desde 1992, tem trablhado para várias galerias na France, Alemanha, Hplanda e EUA.
O seu universo gira entre a poesia e o humor, entre a provocação e a delicadeza: com formas sempre rotundas. As suas personagens, mesmo vistas de costas, revelam-se sedutoras e facilmente capturam a simpatia do espectador.

Alphonse Allais (1854-1905)


Charles-Alphonse Allais nasceu e morreu no mês de Outubro, com 51 anos e oito dias de diferença. O seu sentido de humor tingia-se muitas vezes com as cores garridas da fantasia, a que chamaram absurdo. Mas Allais era tudo menos surdo. Dizem que é dele esta frase: «A vida quanto mais vazia é, mais pesa». O que mostra bem como era atento aos ruídos do quotidiano. E àqueles que o tornam caricato, com os seus valorzinhos domésticos e pequeninos. Que é coisa que sempre foi abundante pelos tempos fora.

Parece que nasceu vizinho de Satie (que podem ouvir indo ao histórico deste blogue) e que se encontraram algumas vezes para trocar saúdes!

Leiam este conto de Natal, que fomos buscar aqui (obrigado) e brindem também.

Conto de Natal

Começa a fazer-se tarde. A festa está no melhor. Toda a gentinha está excitada, barulhenta e apaixonada. As moças, esgargaladas, entregavam-se todas. Os olhos começam a cerra-se-lhes e os lábios entreabertos deixam ver húmidos tesouros de púrpura e nácar. Os copos tão depressa se enchem como se esvaziam. Voam as canções, ritmadas pelo tilintar dos copos e as gargalhadas das lindas raparigas.
Mas eis que o velho relógio de sala de jantar interrompe o seu tiquetaque monótono e resmungão para furiosamente se pôr a gemer naquele tom que assume sempre que quer dar horas.
É meia-noite! Soam as doze badaladas, lentas, graves, solenes, com aquele tom de censura próprio dos velhos relógios patriarcais. Parecem querer dizer-nos que já soaram muitas vezes em intenção dos nossos antepassados defuntos e que hão-de tornar a soar para os nossos netos, depois de nós termos desaparecido.
Sabedores disso, a malta fala em surdina, após toda a noite de algazarra, enquanto as raparigas acabam com a risada.
Alberico, o mais doido do grupo, ergue então a taça e proclama com cómica gravidade:
-Meus senhores, é meia-noite! São horas de negarmos a existência de Deus!
Truz, truz, truz! Batem à porta.
- Quem é? Não se espera ninguém e os criados foram dispensados!
Truz, truz, truz! Abre-se a porta e vê-se aparecer a barba prateada de um velho muito alto, vestido com uma comprida túnica branca.
-Quem é o senhor?
-Sou Deus - respondeu o velho com enorme simplicidade.
Semelhante declaração deixou toda a malta um tanto incomodada; mas Alberico, que era mesmo homem de sangue-frio, replicou:
-Espero que isso não o impeça de beber um copo com a gente.
Na sua infinita bondade, Deus aceitou a oferta do rapaz e toda a gente se sentiu de novo à vontade. Recomeçámos a beber, a rir e a cantar. Já a cerúlea madrugada tornava pálidas as estrelas quando começámos a ir cada um para seu lado.
Antes de se despedir da gente, Deus concordou, com a melhor das boas disposições, em como de facto não existia.

As faltas dos deputados explicadas às crianças grandes


«As regras do Parlamento português são conhecidas, foram feitas e são mantidas pelos partidos com assento parlamentar, por maioria de razão pelos dois maiores partidos, PS e PSD. E se há deputados, vários deputados até, que não se respeitam a si próprios e ao mandato que receberam dos eleitores, isso acontece porque tal é permitido pelo sistema de funcionamento dos partidos e do Parlamento. Só pode assim ser visto como um acto de cinismo político que os responsáveis actuais ou anteriores pela direcção dos partidos parlamentares venham criticar deputados que faltam a votações, quando são esses dirigentes partidários que são responsáveis pelo que se passa.

(...)A Constituição mantém princípios, como os expressos no artigo 155.º, em que se lê que "os deputados exercem livremente o seu mandato", ou no artigo 159.º, que afirma que "constituem deveres dos deputados: a) comparecer às reuniões do plenário e às das comissões a que pertençam" e "c) participar nas votações". Mas é por acordo político, feito entre os partidos, que se chegou a regras de funcionamento que permitem que o líder da bancada vote e sejam contados todos os votos do respectivo grupo. Ora, a desresponsabilização do deputado do real exercício do seu mandato é obra dos partidos e das direcções parlamentares, para quem é mais fácil gerir o grupo tendo deputados amorfos que se deixam manietar, sem precisar de estar sequer nas votações.

São estes mesmos partidos que têm brincado, há mais de uma década, às revisões de sistema eleitoral. Num faz-de-conta que não engana ninguém. Anunciando aperfeiçoamentos que melhorem a aproximação entre eleitos e eleitores, mas não passando das promessas. Contratando estudos que usam a academia, mas não passam de engodos ao cidadão. Levando ao descrédito absoluto sobre a verdadeira vontade de mudar o que quer que seja.

(...)os dirigentes partidários e suas clientelas não querem que haja de facto individualização dos candidatos a deputados, porque isso traria deputados mais autónomos e a autonomia dos deputados é a ultima coisa que os partidos querem. É por isso que é profundamente cínico ver os actuais e antigos dirigentes partidários e deputados com responsabilidades sobre o sistema dizerem que querem mudar as regras e vociferar contra deputados faltosos. Quando o que de facto lhes interessa é gente que se sente no hemiciclo, mas que seja absentista, de presença e, sobretudo, de pensamento.»


Artigo de São José Almeida, no Público papel de hoje

O senhor engenheiro não deve ter gostado de ouvir o senhor engenheiro

O senhor engenheiro ilustríssimo e digníssimo primeiro-ministro da nação portuguesa não deve ter gostado das palavras do senhor engenheiro patrão e milionário.
Belmiro de Azevedo defendeu, num seminário realizado no Porto, o congelamento de boa parte dos grandes investimentos previstos pelo Governo em infra-estruturas, como o TGV, sustentando que "quem não tem dinheiro não tem vícios". Disse ainda que a actual situação de crise mundial é "uma oportunidade óptima" para o Governo "se desprender de compromissos" relativamente a muitos dos grandes projectos.
Essencial é a aposta no empreendedorismo e em "actividades económicas-chave" onde o país tem "muito potencial", como a fileira da floresta, do mar, do turismo e da agricultura.
E não deixou de comentar a crise banqueira, considerando que "se caíssem dois ou três bancos, como há overbanking, não se notava". De resto, afirmou, face ao "cartel, muitas vezes escondido", formado pelo sistema bancário, "quanto menos [bancos] melhor".
Fonte: Público

Lua cheia


Há 15 anos que a Lua Cheia não estava tão perto da Terra. São 30 mil quilómetros a menos do que o normal. A lua tem uma órbita elíptica à volta da Terra, por isso não está sempre à mesma distância do planeta. Hoje está só a 363.000 quilómetros, por isso apresenta-se aos nossos olhos 14 por cento maior e 30 por cento mais brilhante. Costuma distanciar cerca de 384.405 Km do nosso planeta.

12 dezembro 2008

O jogo dos números

Diz a senhora Fernanda Câncio que ao ler o que lhe escreveram os professores fica «com a sensação de que os que as escreveram e os que nelas se revêem se acham incrivelmente sacrificados e maltratados, e se encaram como missionários sem par no mundo do trabalho. Esta trapalhada, que não chega a ser um argumento, é o caldo de cultura do conflito que opõe a classe (se se pode falar de uma oposição da classe) ao ministério. Um caldo que ignora factos como o de que a comparação entre o tempo total de trabalho, o ratio professor/aluno e o nível salarial dos professores portugueses com os seus congéneres europeus (e não só) é, de acordo com um recente relatório da OCDE sobre educação (Setembro de 2008), muito favorável.»
Os dados da OCDE não são assim genéricos, embora sejam médias. Portugal aparece no último terço da tabela e não no princípio, como a senhora Câncio sugere. Apenas os professores do 1.º ciclo em topo de carreira (16% do total de professores) auferem um salário acima da média da OCDE, já que para os de outros níveis de ensino a coisa muda: aí estão dentro da média. Já durante a progressão estão abaixo da média e são os que demoram mais tempo a chegar ao topo.

Bettie Page (1923-2008)


Morreu a pin up do século XX. Bettie Page conquistou a atenção dos americanos e do Mundo, com poses sensuais em biquíni e “lingerie”de renda, que deixava transparecer muito corpo. Chocou os costumes cosnservadores da década de 1950.

As poses provocatórias, a pouca roupa e o bambolear das longas pernas ou o sensual banho de espuma fizeram sonhar muitos admiradores (masculinos e femininos).

Só foi modelo durante sete anos. E isso bastou para a tornar num dos ícones do século XX. Bettie Page encarnava a mulher independente do pós-guerra, sendo uma Pin Up subversiva. A ver já aqui em baixo.

Os negociantes puseram fim ao negócio

Aqueles que estavam abertos à negociação deixaram-se de tretas e pela primeira vez foram claros: «"está encerrado" o processo de negociações para este ano lectivo, pelo que o Governo aprovará em breve os diplomas que permitirão a aplicação do modelo este ano de forma simplificada. Jorge Pedreira apelou ainda aos sindicatos para aceitarem a "legitimidade democrática do Governo para governar".»
Contra isto, batatas. A dita legitimidade é... nenhuma. Mas para quem sempre tratou os professores como professorzecos, era tempo de mostrar que nunca estiveram interessados em alterar nada. O propósito sempre foi e continua a ser economicista: impedir que os professores sejam pagos condignamente. Mudar o estatuto e a dita "avaliação" é impossível. Os negócios do governo de Sócrates são outros: defender banqueiros e empresários. Tudo o mais é folclore, é trabalhar para a estatística e para que conste. Fazer de conta que se está preocupado com os cidadãos.
O governo é feito por pessoas e como temos visto um meio de passagem para os lugares onde se ganha dinheiro a sério, acenando com migalhas à populaça, para que pavlovianamente se babe, enquanto se fazem fortunas à custa do erário público.
A miséria do nosso país sempre foi a mesma: uma élite política e económica miserável, sem visão, feita de novos-ricos e de medíocres.

O "grátis" da publicidade




A gente vê o anúncio, faz contas e pensa, sim, uma boa escolha. Quando chega a primeira factura olha-se e afinal há ali um conjunto de parcelas que não estavam nem no anúncio, nem no preçário que se pode consultar no sítio online da empresa.

As mentiras não se ficam por aí. Ciclicamente um dos aparelhos dá problemas e é preciso entrar em contacto telefónico. De atendedor em atendedor somos constrangidos a marcar números, a repetir informações, a gastar dinheiro. Porque essas chamadas demoram imenso tempo e saem caríssimas. Além disso há uma espécie de jogo, em que os atendedores testam a paciência do cliente. Quanto a informações técnicas claras e práticas é melhor nem falar, pois aí o enredo dava para uma telenovela de muitos episódios.

O grátis revela-se, como é da praxe, tão ou mais caro do que o que não é grátis.
A qualidade do serviço deixa sempre a desejar e quanto a "ofertas" de canais, a variedade é confrangedora. Muito do mesmo e pouca variedade.

11 dezembro 2008

O fim das borboletas


Teme-se que as mudanças climáticas provoquem grandes alterações no habitat das espécies. A ordem dos Lepidoptera (borboletas) pode ser das primeiras a reagir. As borboletas da Europa podem ter de fugir para Norte por causa do calor.

Segundo Josef Settele, principal autor do Climatic Risk Atlas of European Butterflies, a maioria das espécies vai ter de alterar radicalmente a sua distribuição. A forma como as borboletas mudam vai indicar a possível resposta de muitos outros insectos, que em conjunto totalizam dois terços de todas as espécies.

As borboletas têm vindo a ser ameaçadas por uma fragmentação progressiva das áreas onde vivem e pela introdução de monoculturas. Se forem obrigadas a fugir do seu habitat, ninguém sabe se conseguirão encontrar novos locais para colonizar, até porque muitas alimentam-se de uma única espécie vegetal.O desaparecimento destes insectos pode ter um grande impacte no ecossistema. As borboletas são importantes na cadeia alimentar, são o alimento de morcegos e de aves e são excelentes polinizadores. Se desaparecerem, a polinização pode diminuir, o que afectará o homem.

Os investigadores projectaram dois cenários. O pior, que conta com uma subida da temperatura média da Europa de 4,1 graus em 2080, prevê que 95 por cento da terra que actualmente está ocupada por 70 borboletas diferentes vai tornar -se demasiado quente para estas espécies. O cenário menos radical, com uma subida da temperatura de 2,4 graus, prevê que metade das áreas onde vivem 147 espécies de borboletas vai ficar inabitável.


Fonte: Público

Roubo e parábola


Um homem sem sucesso, este que saiu da cadeia há dias e foi detido a assaltar multibanco. Quiçá um apoiante incondicional das socráticas e marianas teses. Porque para ele as coisas são o que são e um homem tem sempre direitos (deveres não). A escola ensinou-lhe que o esforço era inútil, ao ser compensado em nome do sucesso estatístico. Ensinou-he também que "os lá cima" (os gajos que mandam) se estão nas tintas para pessoas como ele. Mas nem por isso deixam de facilitar os esquemas. De resto, aprendeu que mesmo errado, um homem deve defender os seus pontos de vista, pois isso é sinal de coragem.