21 setembro 2008

Salvia divinorum

1,8 milhões de americamos já experimentaram. Dados governamentais. A coisa está a agitar o país, por causa de vídeos no Youtube.
A Salvia divinorum, cujo princípio psicoactivo é a Salvinorin A, revela-se o alucinogénio mais potente que existe na natureza. Estimula apenas um receptor do cérebro, o kappa opioide, enquanto o LSD estimula 50.
A planta, que era mascada pelos índios mexicanos maztecas (aborígenes de Oaxaca), tem-se espalhado entre a juventude abonada dos EUA (doutorados, empresários e afins). Por enquanto não se conhecem os perigos dos efeitos secundários, embora haja universidades a realizar estudos sobre essa e outras plantas psicotrópicas.
Fonte: El País

20 setembro 2008

Melania Mazzucco e a Berluscolândia

Enquanto por cá a literatura se passeia pelo nada, entediada, cordata, fotogénica, reinos há onde olha à sua volta e se diverte a dizer que o rei vai nu.
Assim com o romance Um dia perfeito, de Melania Mazzucco, de que hoje se fala no Babelia. Um romance sobre a Itália de agora. Um retrato sobre a Berluscolândia:
«Berluscolândia: a família como núcleo podre e cenário dos delitos mais abjectos; o machismo e a homofobia como valores supremos; o crescente desespero dos jovens. E, como panos de fundo, a corrupção e o racismo, a opressiva hipocrisia católica, o poder paralisador da política e da televisão.»
Esperemos que o sucesso comercial do livro e o filme que foi realizado a partir dele o traga até Portugal.

O emprego, meu deus, o emprego


Quem já foi rico e deixou de o ser ou quem tinha na mão o poder de eleger presidentes da República vê-se agora na necessidade de fazer pela vidinha, como milhares. Uma chatice. Apesar da gravata, o emprego é simples: dar graxa.
Dar graxa a quem tem a faca, a tábua, o pão, o queijo e muitos outros produtos e ingredientes. O problema é que neste mundo global as graxas já não são feitas como antigamente. Agora recorrem à manteiga rançosa e a graxa não dá aquele brilho de outrora. Cheira mal.

O post só ficará claro para quem der um saltinho até uma das prosas de ER, soit disant jornalista.

Rais parta a imprensa

Amaryllis belladonna ou Brunsvigia rosea


A Amaryllis belladonna ou Brunsvigia rosea (Lam.) Hannibal, também conhecida como Menina vai à escola é uma flor originária da África do Sul que floresce nas bordas dos caminhos, em canteiros e jardins, entre os finais do Verão e os princípios do Outono.

Pode ser vista em quase todas as ilhas dos Açores, excepto no Corvo.

Família: Amaryllidaceae
Espécie/Subespécie: Amaryllis belladona L.

Nomes vulgares: Belas-donas; Beladona; Despedidas-de-verão; Açucena-da-serra; Beladona-bastarda; Bordões-de-são-josé.

Descrição: Herbácea, vivaz e bolbosa. Folhas até 35 cm, aparecendo depois das flores. Flores branco-rosadas, em hastes robustas, púrpureas.

Homem com mais de 316 quilos


Chamava-se Carlos Marroquín, tinha 47 anos e pesava quase 317 quilos. Em Dezembro de 2007 estava em casa e sentiu-se mal. Os bombeiros que foram chamados ao local tiveram de usar uma grua hidráulica para o retirar do segundo andar. Esteve internado desde então num hospital da Guatemala.

Há dias, os médicos resolveram operá-lo, para lhe retirarem grande quantidade de gordura. A operação, que demorou mais de seis horas, foi bem sucedida. Mas Carlos Marroquín não aguentou as várias paragens cardíacas e morreu.

Trópico de Câncer, de Henry Miller


Já está nas livrarias uma nova versão de Trópico de Câncer, de Henry Miller, traduzido por Jorge Freire. A reedição pela Bertrand desta narrativa autobiográfica, passada na Paris dos anos 30, inaugura a colecção 'Obras Literárias Escolhidas' lançada por esta editora.
Esse livro tardou em ser publicado nos Estados Unidos. Veio a público em Paris no ano de 1934 e só em 1961 chegaria às estantes americanas.
Jorge Freire considera "a criação, o tempo e a morte, a abolição da diferença entre o mundo das ideias e a experiência vivida e a quebra voluntária dos tabus" temas centrais de Trópico de Câncer.
De acordo com o tradutor, o prazer e o desejo, a que o escritor chama "milagres da personalidade", são "afirmação da verdade, da literatura, da vida e do individualismo".
Relato autobiográfico, Trópico de Câncer leva-nos pela Paris de entre-guerras vista e vivida por um Henry emigrado que deixara para trás Nova Iorque e fora para Paris em busca de um sonho: escrever. A fome, o sexo, o álcool, os biscates, a loucura, o delírio atravessam as páginas desse romance sobre o qual caiu o libelo de pornográfico e obsceno.

Henry Miller


«Suponhamos que amanhã, como consequência de terem lido Henry Miller, todas as pessoas começavam a usar uma linguagem livre, uma linguagem de sarjeta, se quiserem, e a agir de acordo com as suas crenças e convicções. E então ? A minha resposta é que, acontecesse o que acontecesse, seria como nada tivesse ocorrido, nada, insisto, se o compararmos com os efeitos da explosão de uma única bomba atómica. E isto é, confesso, a coisa mais triste que um indivíduo criador como eu pode admitir.
É minha convicção que estamos hoje a atravessar um período a que se poderia chamar de "insensibilidade cósmica", um período em que Deus parece, mais do que nunca, ausente do mundo, e o homem se vê condenado a enfrentar o destino que para si próprio criou. Num momento como este, a questão de saber se um homem é ou não culpado de usar de uma linguagem obscena em livros impressos parece-me perfeitamente inconsequente. É quase como se eu, ao atravessar um prado, descobrisse uma erva coberta de esterco e, curvando-me para a ervilha obscura, lhe dissesse em tom de admoestação: "Que vergonha!"»

19 setembro 2008

Bons sinais na demografia portuguesa

Portugal está a entrar nos eixos. As pessoas casam-se mais tarde, têm menos filhos e vivem mais tempo. Os empregos escasseiam, os preços estão muito altos, a vida está pela hora da morte. Por isso, não espanta que morra mais gente do que a que nasce. O saldo é pela primeira vez em décadas negativo. Mas significa isso que há menos gente em Portugal? Não. Vejamos o que nos diz o documento "Estatísticas Demográficas" do Instituto Nacional de Estatística.
A taxa de crescimento natural, que há muito manifesta uma tendência de redução, apresenta em 2007, pela primeira vez na história demográfica portuguesa recente, um valor negativo (-0,01%).
Desde o início do século XX, apenas em 1918 se havia registado um saldo natural negativo, associado à epidemia de gripe pneumónica que atingiu o país nesse ano.
A situação verificada em 2007 não é única no conjunto dos 27 países da União Europeia.
Para além de Portugal, também a Itália, Estónia, Alemanha, Roménia, Hungria, Lituânia, Letónia e Bulgária apresentaram, em 2007, taxas de crescimento natural de valor negativo.
O saldo migratório mantém um valor positivo.
A população residente em Portugal tem vindo a denotar um continuado envelhecimento demográfico, como resultado do declínio da fecundidade e do aumento da longevidade.
Em 31 de Dezembro de 2007 a população residente em Portugal foi estimada em 10 617 575 indivíduos, o que representa um acréscimo populacional de 18 480, face ao valor estimado no ano anterior.
Em 2007, o mês de Fevereiro foi o de maior intensidade da mortalidade. Dos óbitos ocorridos em Portugal, em 2007, resultaram 13 294 viúvos e 32 746 viúvas. Ou seja, morrem muito mais homens do que mulheres.

Estudo científico? Ou bluff populista?

Há alguém que diga, ao ver um filme, que os actores mentem? Pode acontecer sim que a personagem que o actor encarna faça da mentira um modo de vida. Mas ninguém, ao ver um filme, o avalia pela veracidade. Pela verosimilhança, talvez.
Ora, o suposto estudo científico levado a cabo pela equipa de investigadores canadianos soa a banho da cobra. Porque os políticos são actores. Representam um determinado papel, no qual, além das suas ideias e vontade, intervêm os acessores de imagem e outras pessoas. Tudo para que não só o discurso alcance mais eleitores, como também para que o papel representado seja convincente.
O populismo do estudo e sobretudo aquilo que se pode ler na notícia é confrangedor. Tem muito de opinião (ou seja, de particular) e pouco de científico (ou seja, de geral). Isto para não falarmos do abuso de senso comum. E chega a ser hilariante. Vejamos um excerto: «o que passou despercebido ao comum dos mortais, foi facilmente detectado por Paul Ekman, que estuda as expressões faciais e a maneira como actuam os políticos, em relação ao que pensam, há 40 anos. “Tendo em conta que [Bill] Clinton provavelmente sentiu rejeição por a sua mulher não ter conseguido a nomeação, eu diria que todo o discurso foi na verdade dado de uma maneira muito graciosa”». Sublinhamos o advérbio porque nele reside a falácia. Se isto é ciência, Alberto João Jardim, José Sócrates, Cavaco Silva e tantos outros são cientistas de ponta.

Quanto custa a campanha eleitoral nos Açores?

Mais de três milhões de euros.
Donde vem o bago? De vários sítios: do erário público, de ajudas dos partidos continentais, de doações (empresa, querida empresa, abre lá os cordões à bolsa se queres ver os teus projectos aprovados).
A democracia tem custos e as eleições fazem parte deles.
Vejamos quanto vão gastar os partidos políticos na campanha (dados públicos, claro. Por baixo da mesa, os que puderem gastarão mais):
O PPM vai gastar 4.500 euros.
O PDA três mil euros.
O Bloco de Esquerda ronda os 50 mil euros.
O Movimento Partido da Terra precisa de 11 mil euros.
A CDU tem um orçamento de 180 mil euros.
O CDS/PP 135 mil euros.
O PSD/Açores, mesmo em crise, dispõe de 887 mil euros e o PS do resto. É só pegar na calculadora e fazer as continhas. Gastará, só ele, quase 2/3 do bolo. 460 mil euros vêm do erário público. O resto vem de bens cedidos a título de empréstimo (100 mil), da angariação de fundos - 215 mil euros - e o partido de Sócrates (coitadinho coitadinho) dá 1 milhão. Ao todo são 1,8 milhões de euros. Uma linda soma só para César e os demais representantes rosa do povo açoriano mostrarem como é lindo poder ter um kit autonómico.

O preço dos combustíveis

Manuel António Pina punha ontem o dedo na ferida da Galp. Transcrevemos um excerto: «o vice-presidente da Galp (...) justificava os aumentos dos combustíveis com o aumento do crude e, agora que o crude está em queda livre, explica que não descem (desde Julho, o preço do crude caiu 38%, mas o da gasolina só desceu 4%; em Portugal, pois nos mercados internacionais desceu 23%...) porque tem uma "fórmula" para calcular os preços onde não entra só o preço do crude. Poderia querer referir-se a factores como a refinação e os impostos. Mas esses mantêm-se inalterados e, ainda por cima, a Galp tem o monopólio da refinação. Na "fórmula" deve entrar, pois, outro factor. Eu aposto na ganância.»

18 setembro 2008

Casas espanholas


Casas espanholas onde podemos entrar e saborear um bom prato. Ou uma sobremesa requintada. Ou umas tapas à maneira. Isto sem esquecer umas parrilhadas.

Há, ainda, muitas baiucas. Esta, com laivos de aventura de papel, que oferece água del cano. Esta, que à tequilha mistura muito sal. Ou esta, para quem faz de conta que é míope. Uf.

Chamam-lhe bitácoras e divertem-se exactamente da mesma maneira que nós. Alguns com o nível a pender para norte, outros para oeste ou até para oriente. Há de tudo, que nisto de pedreiros ou albañiles uns estão a sério e outros deixam os queixos doridos de tanta carcajada.


Que remédio!

Há muito muito tempo, ou seja há dias, Portugal assistiu, sentado, ao susto dos fabricantes de medicamentos. Um ex-ministro da saúde vem agora dar o nome à coisa. Chama-se Correia de Campos e como foi corrido, pôs a boca no trombone. E a música já se faz ouvir.
"Por força de um agressivo marketing farmacêutico e por falta de informação própria e dos pacientes, nos serviços públicos de saúde prescrevem-se em excesso medicamentos e meios de diagnóstico, levando a um crescimento excessivamente rápido destas rubricas de despesa. Foi assim que Portugal se transformou no paraíso dos operadores na área farmacêutica."
“A evolução legislativa em saúde plasma a pressão das forças económicas e sociais que actuam no sector — profissionais, indústria, distribuição, instituições e função pública — e apenas em pequena parte os cidadãos destinatários.”
A saúde, em Portugal, é coisa para a população em geral, não para quem pode. O senhor ex-ministro di-lo clarmente: «Pessoas com notoriedade, conhecimentos, cultura, meios e amigos não são comparáveis à população em geral.» Essas, se tiverem posses vão ao estrangeiro.

Segredos de um candidato a candidato


Um bocadinho de saliva. Adorar a imagem de si próprio no espelho. Cara abonecada e maquilhada q.b. Usar golas altas, fazer um uso meticuloso de todos os botões (seja camisa, blusa, casaco ou sobretudo), pelo menos em momentos solenes. Ter família numerosa, mas sem raízes italianas (nesse caso escondê-las muito bem, por exemplo por detrás do pin da bandeira do país). Gostar muito da lei (igual para todos, menos quando se tiram os óculos). Dar empregos a amigos de infância. Poupar os segredos ao futuro, tornando-os acessíveis a hackers. Ter as namoradas dos filhos ao lado. Chamar-se Pràli, Pracoli, Akistá ou algo parecido. E bater palmas, muitas palmas. Ou mostrar que se tem um bom dentista.

Partitura inédita de Mozart

Uma partitura inédita, assinada por Amadeus Wolfgang Mozart, foi descoberta por investigadores alemães numa mediateca em Nantes, França.
O achado só merece referência pela curiosidade. Entre os indefectíveis do compositor pode haver frenesi q.b. e entre coleccionadores algum nervosismo, mas não é caso para muito. A partitura pertence a uma mediateca.
A pequena partitura, do tamanho de uma folha de caderno A4, está dividida em duas partes: uma peça em compasso de quatro tempos em ré maior, e uma segunda parte, que seria um rascunho, a espaços ilegível. Trata-se do rascunho preliminar de uma composição musical, com diversas anotações do compositor.
Aqui fica a partitura interpretada por Laure, antiga aluna de Daniel Cuiller, do Ensemble Baroque Stradivaria.

Casamento homossexual

Em Portugal ainda não é permitido. E assim vai continuar. Na próxima legislatura se verá. Por ora, Sócrates tem medo e o PS também. Garganta não lhes falta, mas em chegando a hora da verdade a coisa exige mão de ferro e há tolerância zero para os deputados.
Na América, Brad Pitt doou 100 mil dólares (70.091 euros) a uma campanha para acabar con a Proposition 8, que proíbe os casamentos homossexuais no Estado da Califórnia.
O actor justifica essa doação nos seguintes termos: "Porque ninguém tem o direito de negar a outra pessoa a sua própria vida, mesmo que não se esteja de acordo com ela; porque todo o mundo tem o direito de viver a vida que deseja sem prejudicar os outros e porque a discriminação não deve ter lugar nos EUA."

Leiloar a virgindade

O mundo é um lugar estranho. Onde aquilo que podia ser tomado por uma brincadeira ou por um filme de gosto duvidoso facilmente se torna realidade.
Duas mocinhas, uma americana, outra italiana, estão em leilão na net. Sim, leram bem. Leiloam a sua virgindade.
Natalie Dylan e Raffaela Fico fazem-no por "bons princípios". Uma quer pagar os estudos. Outra quer pagar um curso e comprar uma casa.
Ao que se diz, a americana valoriza a inteligência. Por isso não irá para a cama com alguém com baixo Q.I. Não, isso não. Além do milhão de euros o macho (?) terá de demonstrar que não foi um idiota em gastar esse dinheiro. E a ironia não se fica por aí, a menina ambiciona tornar-se... conselheira matrimonial.
Já a italiana, não está com tanto paleio. Diz preto no branco: "Se não gostar do homem com quem tiver sexo, bebo um copo de vinho e esqueço o assunto". O irmão e o resto da família tratam dos detalhes, para convencer os potenciais interessados. Garantem que, apesar do ar sensual e das poses sexy com que vai preenchendo os sonhos de muitos homens, Raffaela é pura e casta, em respeito pelos mandamentos da fé católica, românica e apostólica. "Ela nunca teve um namorado. Juro pela alma da minha mãe", afiança o mano. "Ela é uma católica devota que reza todos os dias ao padre Pio".
A coisa não é inédita. Em 2005, uma modelo peruana, de 18 anos, também leiloou a virgindade. Pretendia angariar dinheiro para pagar as despesas médicas da família, mas acabou por mudar de ideias, quando já tinha uma proposta de 1,5 milhões de dólares (1,05 milhões de euros).
Fonte: JN

Plástico mortal


Uma garrafa de 0,33 cl é vendida entre 0,60 a 1 euro. Um garrafão de cinco litros custa os olhos da cara se for adquirido no Arquipélago dos Açores. Ou seja, o negócio da água é altamente lucrativo. A água é muito mais cara do que a gasolina e ninguém faz barulho por causa disso. Pelos vistos, não é preciso.
E as notícias que já há algum tempo circulavam por correio electrónico chegam agora aos jornais. São preocupantes. O plástico mata. Mata lentamente. Grande parte do vasilhame usado pelas diferentes marcas de água usa plástico, pois sai-lhes mais barato do que o vidro. O problema é, pois, não só a carteira, como a saúde, a própria vida.

O bisfenol A (BPA), um químico usado no fabrico de muitas embalagens, garrafas de plástico e latas de comida, pode estar ligado ao aumento da prevalência de problemas cardíacos, de diabetes e de anormalidades nas enzimas hepáticas. Esta é a conclusão de um estudo publicado esta semana no Journal of the American Medical Association.

O BPA é utilizado na produção de plástico policarbonato, um material transparente e resistente ao impacto. Mais de dois milhões de toneladas métricas deste químico, que imita a forma como o estrogéneo actua no corpo humano, foram fabricadas em 2003, havendo anualmente um aumento de seis a dez por cento na procura.

Estudos feitos em animais mostram que este químico, mesmo em doses reduzidas, pode provocar alterações no cérebro dos fetos e recém-nascidos, na próstata, nas glândulas mamárias e modificar a idade de puberdade das fêmeas.

17 setembro 2008

Contraceptivo dum aristocrata francês


O Museu de Farmácia adquiriu um preservativo do Marquês de Sade. Como é que sabem que pertenceu ao divino marquês? Pela assinatura? Por algum sinal particularmente repugnante?
O contraceptivo é feito em tripa de animal. E talvez não passe de uma estratégia para inglês ver. Ou, melhor dizendo, para japoneses e alemães. Mas que soa bem, lá isso.

A propósito, aqui têm uma lista de alguns dos livros de Donatien Alphonse François de Sade.