05 setembro 2008

Mais polícias pra quê?

Os Ladrões de Bicicletas dão algumas pistas. Os Zero de Conduta também. Nem toda a gente pensa que mais polícias é sinónimo de mais segurança. Há quem tema que seja precisamente o contrário.
São duas amostras muito significativas. Transcrevesmos algumas linhas de ambos, para poupar o trabalho aos mais cansados.
In Zero de Conduta:
«Não é aceitável suspender a presunção de inocência de todos os moradores de um bairro pelo simples facto de que, vivendo num bairro social, encaixam na percepção pública sobre a origem da criminalidade e marginalidade. Mas foi isso que aconteceu. Para sossegar a consciência de quem está a ver o noticiário da noite, milhares de pessoas têm sido impedidas de entrar ou sair do seu bairro, são revistadas, interrogadas, casas são reviradas do avesso e temos helicópteros a rasar os tectos ia a madrugada bem alta. Bairros inteiros foram conotados, perante o país, como sendo os responsáveis pelo crime violento que tem assaltados as televisões nos últimos dias. A PSP diz que escolhe os locais das suas acções com “base cientifica”. Estranha ciência que começa e acaba nos bairros sociais, onde as pessoas não têm acesso privilegiado à comunicação social, a advogados ou aos meios de defesa que abundam em qualquer condomínio ou bairro da classe média. Mas, no que é que tem dado esta ímpar mobilização dos recursos do Estado e a convocação científica da polícia? De acordo com os números fornecidos pela própria PSP, a mobilização de mais de 1100 agentes, durante vários dias na zona de Lisboa e Porto, conduziu à apreensão de 8 armas e fogo e 3 armas brancas...»
In Ladrões de Bicicletas:
«Portugal tem um polícia para cada 227 habitantes, quando a média europeia é de um para 350. E o governo, num contexto de suposta contenção orçamental, prometeu formar mais dois mil polícias nos próximos tempos, assinalando assim a sua aposta num reforço muito selectivo da provisão pública. A segurança privada, por sua vez, é um dos poucos sectores económicos a registar um crescimento assinalável nos últimos anos de estagnação económica, expandindo-se com apoio do Estado, já que o sector público tem um peso de 30% na facturação do sector.»

O amanhã será sempre verde. Hoje está um pouco cinza

Há palavras cujo valor simbólico é muito forte. Embora aquilo que designam seja extenso e, portanto, ambíguo. Livro e árvore são dois exemplos de palavras fortes. Diz-se livro e toda a gente dá uma cabeçada religiosa, como se livro fosse o nome de algum deus. Diz-se árvore e a cabeçada é do mesmo quilate.
A iniciativa de que agora tomamos conhecimento é simbolicamente poderosa: que ideia feliz, pensamos. Mesmo sem saber a que tipo de árvores nos referimos. Algumas há, como os eucaliptos, que são nocivas para os solos.
Ranhosos, chatos serão alguns dos adjectivos pouco abonatórios que nos atirarão. E nós só podemos dizer, parafraseando o mentor dos avantes: Olhem que não, olhem que não. A alegria é muita: plantar 100 milhões de árvores até 2030 é fantástico. E até 2050, quantas?
O melhor de tudo é a internacionalização da ideia: Chile, Espanha, Itália, Grécia e Moçambique. Fantástico!
Tudo ideia de um português que pretende plantar 400 milhões de árvores em todo o mundo. Daqui a 22 anos, teremos o mundo cheio de árvores plantadas segundo uma ideia portuguesa. Caso para o livro de recordes com nome de cerveja.
A notícia, de si tão apelativa, revela-se pouco esclarecedora. O plantio destina-se a quê? Árvores de abate? Pasta de papel? Faltam dados, meninas e meninos. Faltam dados.
Quanto ao nome, soa bem: "Floresta Unida". Parece um partido político que mistura interesses de centro-direita com centro-esquerda.
Bem, agora a sério, os números também são simbolicamente poderosos. Não seria melhor proporem 500 milhões até 2050? Estão a ver, 500 - 50? Ficava mais bonito, do que 400 -30. É apenas uma sugestão.

O asteróide 2008 KV42


Os astrónomos detectaram um asteróide curioso, que anda à volta do Sol no sentido inverso aos dos restantes corpos do Sistema Solar. A descoberta pode ajudar a explicar a origem da família de cometas como o Halley e ser o elo perdido que há muito se procurava.O ‘novo’ asteróide, baptizado com a designação de 2008 KV42, encontra-se na cintura de Kuiper, um anel de corpos gelados além de Neptuno, a descrever uma órbita que é quase perpendicular às órbitas dos planetas, com uma inclinação de 104 graus. A descoberta data de 31 Maio, dia em que os investigadores do grupo de Investigação Franco-Canadiana do Plano Eliptíco (IFPE) detectaram, pela primeira vez, o corpo ‘rebelde’, enquanto procuravam corpos trans-neptunianos em órbita com inclinação elevada, usando, para o efeito, o telescópio Canadá-França-Havai.
As primeiras observações permitiram concluir que possuía 50 quilómetros de diâmetro e que descrevia uma órbita invulgar, mas será necessário recorrer a outros telescópios para confirmar se é ou não o elo que faltava entre a Nuvem de Oort e os cometas do tipo do Halley.
Continua a não ser claro de onde vêm os cometas desse tipo. Os modelos de computador sugerem que há duas hipóteses para os locais de origem: a cintura de Kuiper (onde o 2008 KV42 foi agora descoberto) ou a distante Nuvem de Oort, uma região de corpos gelados a uma distância entre 20 mil UA e 200 mil UA do Sol (uma UA - Unidade Astronómica equivalente à distância média entre a Terra e o Sol).
A órbita do 2008 KV 42 parece estar estável há centenas de milhares de anos, mas os astrónomos acreditam que as suas características particulares podem indicar que foi trazido para o Sistema Solar a partir da Nuvem de Oort. Caso fosse esta realmente a origem do 2008 KV42, seria finalmente possível mostrar como ocorre a transição de corpos celestes até que se tornem em cometas como os do tipo do Halley.
Para Brett Gladman, um dos investigadores do IFPE o ‘novo’ corpo apresenta grandes semelhanças com este tipo de cometas, que também viajam “ao contrário” e apresentam órbitas de inclinação acentuada.
Até agora as órbitas dos asteróides na região para lá da órbita de Neptuno têm fornecido importantes pistas sobre como o exterior do Sistema Solar tomou forma e evoluiu. Os corpos celestes descobertos são novas pistas para traçar a história do início do Sistema Solar e desafiam até algumas teorias já aceites.
O 2008 KV42 promete fazer isso mesmo. Um dos investigadores do projecto, JJ Kavelars, reforça a importância deste achado “apesar de estarmos especificamente à procura de corpos trans-neptunianos já há algum tempo, nunca esperámos encontrar um que descrevesse uma órbita ao contrário.” Até agora este é o primeiro corpo celeste na região para lá de Neptuno a ‘seguir naquela direcção’. A equipa que o descobriu já o apelidou de Drac, diminutivo de Drácula, pois a órbita ‘lateral’ deste corpo celeste dá a impressão que pode andar pelas paredes e que, além de um carácter ‘rebelde’, tem poderes mágicos tal como os vampiros.
Fonte: Público

“Slacker Uprising”, de Michael Moore

“Slacker Uprising” é o nome do documentário de Michael Moore. Aborda o tema da abstenção dos jovens nas eleições presidenciais nos EUA, em 2004.
Dia 23 estará disponível na Internet para download, antes de chegar ao mercado dos DVD. Mas pode fazer o dito cujo quem estiver a residir nos EUA ou no Canadá. O people dos outros países terá de se contentar com o trailer no youtube.

Um negócio de milhões com produtos de fraca qualidade

A generalidade dos manuais do ensino básico é má. Excesso de imagem, estruturação confusa das páginas, numa linguagem nem sempre clara. São, além disso, livros pesados, caros, muito coloridos. Que constituem, indubitavelmente, um dos maiores negócios editoriais do país. O número é significativo (80 milhões), mas deixa de fora cadernos e livros auxiliares que o fariam crescer ainda mais. É muito dinheiro, para tão fracos resultados (a qualidade das sebentas que milhares de alunoscarregam diariamente nas mochilas).
Com excepção de uma ou outra editora entretanto desaparecida, os professores limitam-se a optar (no momento da selecção) pelos manuais das editoras do costume. E apesar de se falar de material electrónico, o que há é ainda incipiente. Os cd-rom que algumas editoras oferecem são bem o espelho do atraso.
Os alunos e os professores dispõem hoje de uma preciosa fonte de informação: a net. Mas, para os conteúdos específicos das diferentes disciplinas, a net revela-se pobre em material redigido em português de Portugal. Além de que a garantia científica da informação que a net disponibiliza deixa muito a desejar.
No entanto, uma ou outra escola, tem entre o corpo docente quem esteja a dar cartas na elaboração de materiais didácticos atractivos e eficientes. Material que aindanão foi aproveitado pelas velhas editoras. Espera-se que apareça quem veja aí um negócio e avance. Todos teriam a ganhar: alunos, professores, pais.

04 setembro 2008

O casamento de Maomé com uma rapariga de 6 anos


O romance da escritora Sherry Jones sobre o casamento do profeta Maomé com uma menina de seis anos sairá no Reino Unido em Outubro por uma nova editora (a Gibson Square), depois de a publicação ter sido adiada por receio de represálias.
A Random House recusou-se em Agosto a editar "The Jewel of Medina", romance de estreia da jornalista e escritora norte-americana Sherry Jones, alegando que podia incitar à violência entre grupos radicais islâmicos.
A escritora, de 46 anos, disse que o livro será publicado ainda em Espanha, Alemanha, Itália, Brasil e Hungria.
"The Jewel of Medina" conta a história de Aisha, desde o seu casamento com Maomé – quando tinha apenas seis anos – até à morte do profeta.
O editor Martin Rynja, da Gibson Square, afirmou em comunicado que a obra de Sherry Jones se tornou num "importante barómetro do nosso tempo". "Esta história de amor é conhecida no mundo muçulmano, mas completamente desconhecida entre os leitores do Ocidente", disse.
Sherry Jones também já concluiu uma sequela do romance, relatando a vida da sua personagem após a morte do marido.
Gibson Square é conhecida por ter publicado, por exemplo, o livro "Blowing up Russia", do agente russo Alexander Litvinenko, assassinado por envenenamento, e prepara-se para lançar "Hard Call", do senador republicano e veterano de guerra John McCain, candidato às presidenciais nos Estados Unidos.

The Verve - Drugs Don't Work

The Verve - Bittersweet Symphony

The Verve- Lucky Man

The Verve - Love Is Noise

O marasmo da Terceira espelhado nos candidatos do PS

A História, os livros, os filmes mostram como é: a troco de uns centavos, milhares vendem a alma ao diabo. A subsidio-dependência é um dos lados da coisa. E aqui, nesta ilha de Jesus Cristo, devem ser muitos os que dependem do governo regional. Senão, veja-se: Carlos César esteve ontem aos gritos na Praia da Vitória, a demonstrar o quanto o seu governo tem feito pela Terceira. Eu, que vivo cá, mas também vou a S. Miguel, vejo como a Terceira é uma pálida amostra do que foi. Vejo como as obras do governo cegaram o maralhal. Vejo. E ou sou completamente cego ou a Terceira está agonizante. E durante a próxima legislatura assim deve continuar. O mínimo que se pode dizer da lista de candidatos que o PS apresentou é que dá logo vontade de bocejar. Que miséria. Ou a prova provada do marasmo que se vive na ilha.

O fim do mundo, parte 2

O mundo, oh!...oh!... O mundo está a desfazer-se aos bocados. Vejam, incrédulos, vejam como é. E preparem-se! A minha fúria é devastadora. (O actor, com as suas barbas ensopadas em ketchup, cospe perdigotos a uma velocidade assustadora. A câmara fica pejada de pedacinhos de pão e carne picada. )

O fim do mundo


Preparem-se!!! (aqui devia haver o rufar de centenas de tambores e um ou outro som estridente) O fim do mundo está próximo. Daqui a quatro anos, plof, plof (nós aqui no pisca temos um telemóvel permanentemente ligado ao concílio dos deuses, onde estas coisas se decidem).

A culpa é dos Maias, esses infiéis do novo mundo, que há muitos séculos fizeram a previsão. Dia 21 de Dezembro de 2012 (21-12-12). Nesse solestício a Terra estará alinhada com o Sol e com o centro da Via Láctea. Tempestades, vulcões, tsunamis e muitas outras tragédias ocorrerão (ouviram-se no telemóvel uns ruídos estranhos, como se a CIA ou o SIS estivessem a escutar tudo).

Não acredita, então veja pelos seus próprios olhos como há quem se entregue piamente a tudo isso (o problema dos telemóveis é que são muito baratos e toda a gente tem um, depois é o que se vê). Até há um pequeno documentário (realizado nesse dia, mês e ano de 2012 por um agente especial cá da casa que se infiltrou no futuro).

Tremam, tremam que o fim do mundo é já hoje: basta dar um passeio pelo world wide web.

O que parece nem sempre é

Já foi dito e nós repetimos: a tendência centralizadora e controleira do Ministério da Educação faz com que medidas avulso (como as que periodicamente anunciam) tenham poucos resultados. Porque sem critério. Porque deixam de fora os que querem e incluem os que desprezam o sistema. Não há nada pior para combater a miséria do que passar a ideia de que o Estado dá. A miséria alastra e o que era mau fica pior. Mas isso que importa, se apenas se tem em vista a propaganda?
Reparem, quando os agentes no terreno (professores, escolas) tentam contornar processos burocráticos para combater o abandono escolar são quase sempre coarctados pelas Direcções Regionais. Porque desconfiam de quem trabalha directamente com os alunos. Há a ideia de que quem está nos gabinetes (quantos para fugirem à leccionação?) é que sabe.
O governo deve disponibilizar verbas, sim. Mas deve deixar às escolas o modus operandi. As medidas agora anunciadas são necessárias. Mas não será por isso que o abandono escolar diminuirá, sobretudo com a crise de emprego que o país atravessa. Será bom não esquecer que crianças e adolescentes que abandonam a escola o fazem sempre com a cumplicidade dos pais. Por necessidade ou por valores que o neo-liberalismo tanto gosta de apregoar.

03 setembro 2008

O povinho é mesmo tosco

Não é que o Sua Exa. o Primeiro-Ministro da República Portuguesa foi ali ao lado de casa ver uma escola, para mostrar ao país como a prioridade das prioridades do seu governo é a educação e deu de caras com uns contentores.
"É ali que os alunos vão ter aulas? Pensei que fossem os contentores das obras" disse, à chegada ao Liceu Pedro Nunes.
Lurdinhas, pressurosa, saiu-se com esta: “São monoblocos para os alunos terem aulas, eles depois nem querem sair daqui."
O povinho é mesmo tosco, gosta é de estar entalado, ser maltratado, diminuído. De facto, só interessa em período eleitoral. De resto tem as lurdinhas que merece. E a Lurdinhas é tão querida, tão querida. Parece mesmo saída do Tal-Canal.
Ela e Sua Exa. podem continuar a dizer que a área "prioritária" do Governo é a educação, porque vão gastar 400 milhões de euros no Plano Tecnológico. Mas que se nota logo a marosca, lá isso…

Durs Grünbein




Que os rituais podem ser mortíferos, mesmo entre cristãos,
Eis o que nos mostra uma triste nova vinda da África do Sul.
Durante um baptismo num rio da Suazilândia,

Um jovem negro afogou-se. Ainda a oração
Do padre não tinha chegado ao fim, já a corrente o arrastava
Rio abaixo, por entre rochas pontiagudas. Os fiéis

Perderam-no de vista em segundos. A cabeça,
Como um melão, foi levada para o centro, afundando-se depois
Num tirbilhão mais forte. Metade cristão,

Metade ainda pagão, desapareceu entre as duas margens,
Nas ondas turvas, até receber agonizante
O sacramento do crocodilo.



(Aos Queridos Mortos, 2004, tradução de Fernando Matos Oliveira)

Carlos Poças Falcão


1.

Não sei adivinhar as tempestades.
No fim de uma estação as borboletas morrem
e o vento quebra nas varandas altas.
É por trás dos vidros que então nos defendemos
de todas as surpresas: morremos de antemão.
E sob a trovoada
assombra-nos o voo dos pássaros à chuva.


2.

Todos sabemos acender um fósforo
a quem nos pede lume.

Talvez fosse uma conversa
possível até ao fim. Mas o mais vulgar
é ficarmos onde estamos
com o fósforo aceso à beira do rosto

– e antes de haver tempo
a chama queima os dedos.


3.

Pequenos negócios, olhares lançados
sem dilatação. Dedos a tocar
mármores tão frios. Sombras sem memória
de mesas de cafés. Tudo apagamentos
– assim como um jornal
embrulha mais um dia.


(Coração Alcantilado, 2007)

Filipa Leal


Afinal, a memória


Afinal eram iguais os homens
as mulheres
vistos de cima
quando abanavam ligeiramente a cabeça
para a frente e para trás
ao mesmo tempo,
ou se inclinavam nas horas da infância, da minha infância,
ou quando mexiam no cabelo uns dos outros
para eu adormecer.
Afinal a memória era um lugar parecido
com a memória, e o sonho era um lugar parecido
com a memória, e nós talvez fôssemos todos, na verdade,
parecidos
uns com os outros.

(O Problema de Ser Norte, 2008)

Gone, Yet Still, de Terence Koh, dá processo



Arte e cristãos parecem andar de candeias às avessas. Depois de dois casos recentes já aqui referidos, surge agora um processo judicial contra um Museu, por ter exposto uma instalação escultórica onde, entre muitas outras figuras, se pode um Cristo em erecção.
O assunto reporta-se ao Centro Báltico de Arte Contemporânea que, entre Setembro de 2007 e Janeiro de 2008, exibiu a instalação intitulada "Gone, Yet Still", obra do artista chinês Terence Koh, que integrava, além de Cristo, esculturas de outros ícones com uma erecção, como o Mickey e o ET.
Uma mulher de 40 anos viu e não gostou. Apresentou queixa contra o museu. O Centro Legal Cristão (CLC) aceitou assumir as despesas da acção judicial, porque, dizem, "a estátua não serve para outra coisa do que ofender os cristãos e denegrir a imagem de Cristo".

Loucura? Adrenalina? Jazz

Ascensores de Lisboa sobem e descem ao som do jazz. Ai, que perigo. Isso é muita adrenalina para quem usa os ascensores. Então se o ritmo for avassalador, free, vai ser um tal vomitar. O melhor é não subirem nem descerem ao ritmo do, mas fazerem-no tão-só com música de fundo. Os músicos escondem-se nos cantos do elevador e prontos!

Agora a sério, durante quatro sábados, em Setembro, os passageiros dos ascensores da Bica, Lavra, Glória e Santa Justa têm música ao vivo. Já no dia 6, poderão desfrutar dos acordes de Gonçalo Leonardo (contrabaixo), Gonçalves Marques (trompete), Nuno Martinho (guitarra) e Tiago Batista (guitarra), no elevador da Glória.

No dia 13, a cantora Mariana Norton, com o contrabaixista André Carvalho, o guitarrista André Santos, o saxofonista Daniel Vieira, o baterista Miguel Moreira e quem mais couber estarão no elevador de Santa Justa.

A 20, no elevador da Bica estarão André Santos, Bruno Pernadas (guitarra), Daniel Vieira (saxofone) e Pedro Pinto (contrabaixo).

E a 27, no Ascensor da Lavra "picam" bilhete os repetentes André Santos e Bruno Pernadas, além de César Cardoso (saxofone) e Zé Maria (saxofone).